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Mbya Arandu | Saber Guarani


Grupo da oficina de audiovisual na aldeia Guarani.

 

O vídeo Saber Guarani, ou Mbya Arandu em guarani, é o resultado das primeiras experimentações na linguagem audiovisuais dos alunos da escola indígena Mbya Yvyrai´ijá Tenodé Verá Miri na Aldeia Guarani Mbyá – Tekoá Guaviraty Porã, localizada no distrito industrial, em Santa Maria/ RS.

Desde o início de agosto, parte da equipe da TV OVO compartilha vivências e conhecimentos com os alunos da escola indígena. O elo entre nós e a comunidade indígena é a vontade de estimulá-los a registrar e contar suas histórias. Assim partimos toda segunda à tarde para desenvolver oficinas de audiovisual, aproximarmos realidades diferentes, trocarmos afeto, construirmos e desconstruirmos ideias.

São muitos os desafios, pois vivemos em tempos diferentes, falamos línguas diferentes, vemos a vida de formas diferentes, e aprender um com o outro é o melhor de todos eles. Acompanhe a primeira produção que resulta desse encontro, um vídeo sensível e necessário, principalmente nos dias em que vivemos hoje.

 

Sinopse

Proteger a Mãe Terra porque é ela que nos dá a vida. Vídeo produzido pelos jovens guaranis da aldeia Tekoa Guaviraty Porã durante a oficina de audiovisual da TV OVO na escola indígena Mbya Yvyrai´ijá Tenodé Verá Miri.

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Por Tayná Lopes


Povos Indígenas integram o movimento de economia solidária


Índios do Mato Grosso, Bahia e interior do Rio Grande do Sul representam os povos indígenas na 17 ª Feicoop. Ervas naturais, usadas com sabedoria ancestral, e coloridos artesanatos são alguns dos elementos culturais das etnias presentes. Guaranis, Kaingangs e Pataxós integram a comunidade indígena.

Kolinã Terena, do Mato Grosso do Sul, comenta sobre a importância da Feira e do movimento de economia solidária. Um dos precursores da Associação dos Povos Indígenas, em Santa Maria, Kolinã diz que se sentiu muito acolhido na Feira.

O outro depoimento é do índio Merong Tapurunã, da etnia Pataxó Hãhãhãe. Vindo da aldeia Caramuru, na cidade de Pau Brasil, Bahia, ele comenta sobre o período que está no Rio Grande do Sul.

Em um momento de comunhão, os índios de diferentes tribos mostram o canto religioso da tribo Pataxó Hoteho Me a Konehõ Tanara, que em português significa Nós somos filhos da natureza.

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Texto: Priscila Costa

Fotos: Júlia Schnorr