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#tbt Por Onde Passa a Memória da Cidade


Seu Vilmar Da Cruz Penna foi personagem social do documentário Palma – o 8º distrito.

E aí? Você já ouviu falar nesse tal de #tbt? É uma sigla adotada na internet para relembrar momentos do passado. A hashtag é muito utilizada na quinta-feira, já que seu termo em inglês significa throwback thursday, ou seja, quinta-feira do regresso. Então, resolvemos nos apropriar dessa ideia e a edição 2020 do nosso projeto cultural Por Onde Passa a Memória da Cidade ganhou uma nova cara. Ao invés de passearmos pelas ruas, bairros e distritos de Santa Maria em função da pandemia, abrimos o nosso acervo digital de memórias audiovisuais e fizemos um #tbt.  Temos uma série prontinha para apresentar para vocês que é pura memória, repleta de cultura popular, falas sociais, cenários aconchegantes e personagens únicos.

Em função das restrições de distanciamento e isolamento social impostas pelo novo Coronavírus, o mais adequado e seguro para todos foi evitar circular por aí e fazer novas gravações. Nos debruçamos sobre o material bruto dos documentários já lançados, porque sabíamos que muita coisa ficou de fora da versão final dos filmes. As histórias que compõem os episódios são inéditas, mesmo que os espaços e os personagens sociais já sejam conhecidos por quem acompanha as nossas produções. O material arquivado possui grande riqueza de informações e aspectos que merecem ser publicizados e valorizados. Por isso, no dia 5 de fevereiro, uma quinta-feira, dia típico de tbt, vamos disponibilizar online nossa nova série audiovisual, o #TBT Por Onde Passa a Memória da Cidade. São 6 episódios de curta duração que trazem as seguintes personagens: Irmã Lourdes Dill – ep. Mulher de luta; Humberto Gabbi Zanatta – ep. Sábado subversivo; Vilmar da Cruz Penna, Vera Regina Codem, Angelo Tonetto e Terezinha Tonetto –  ep. Aparições; Danilo Toniolo – ep. Diário, Honório Antonio Visentini ep. Aggiusta ossi; e Rodrigo Kuaray – ep. Kyringue’i.

O Por Onde Passa a Memória da Cidade iniciou em 2008, ou seja, lá se vão 13 anos de narrativa documental, da qual temos muito orgulho. Mas, neste momento, a ideia é tentar tornar esse projeto, que tem um conteúdo mais denso e focado na linguagem de documentários, mais popular e voltado para as redes sociais. Afinal, a oralidade, as histórias passadas de geração para geração, é um movimento intenso de transmissão de conhecimento e memória, e que pode ser potencializado pela internet como ferramenta para manutenção da cultura popular, das tradições e de questões de modo geral que integram e enriquecem nossa presença no mundo, mas que vêm sendo apagadas do nosso passado.

Os depoimentos abordam assuntos curiosos como por exemplo: aparições, relacionadas a espiritualidade, e crenças populares, tratam também de questões políticas-sociais e de medicina tradicional. Registrar esses diversos saberes e disponibilizá-los para o acesso de qualquer pessoa que possa conectar-se digitalmente e usufruir da produção de uma forma positiva é super gratificante. Contudo, os assuntos dos episódios não são só esses, viram? Para acompanhar as 6 produções, fique ligado nas nossas redes sociais (Facebook, YouTube e Instagram). O mês de fevereiro vai ser cheio de #tbt do POP, apelido carinhoso do projeto. Esperamos vocês por lá interagindo com a gente.

O Projeto Por Onde Passa a Memória da Cidade 2020 foi financiado pela Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria, LIC/SM.

Por
Francine Nunes
Tayná Lopes
Lívia Maria


Workshops, documentário e colóquio para 2021


 

Iniciamos 2021 com notícia boa! Os projetos Narrativas em Movimento e Por Onde Passa a Memória da Cidade, já conhecidos por muitos de vocês, terão mais uma edição neste ano. Os dois foram contemplados pela Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria, LIC/SM.

A captação de recursos está em processo e é realizada por meio da destinação de impostos que pode ser feita por pessoas físicas e jurídicas. Você pode doar 30% do seu IPTU, ITBI e ISSQN e transformá-los em cultura. É a partir da doação desses incentivadores que conseguimos colocar em prática nossos projetos e fazer parte do grupo que movimenta a cultura da cidade.

Saiba mais sobre os projetos aprovados

  • Narrativas em Movimento – 2021

Valor aprovado: R$ 40.000,00

O projeto completará sua sexta edição e para este ano planejamos a realização de um colóquio online, para discutir sobre o audiovisual e questões socioambientais, além de três workshops e duas sessões de cinema local. Os temas dos workshops serão: direção de fotografia em documentários, montagem cinematográfica e desenho de som. E nas sessões serão exibidos dois filmes brasileiros, que não chegam a entrar na programação das salas de cinema da cidade.

  • Por Onde Passa a Memória da Cidade – 2021

Valor aprovado: R$ 50.000,00

Para a 12º edição deste projeto, iremos realizar um documentário de curta-metragem chamado Tempos de Peste. O foco é a relação entre o presente e o passado, retratando a peste que assolou Santa Maria em 1910 e a pandemia do novo coronavírus vivida hoje.

 

Lívia Maria Teixeira de Oliveira


Debate reuniu indígenas para falar sobre audiovisual e representação


A live de lançamento do documentário Quando te avisto pela página do Facebook e Youtube da TV OVO, na última quarta-feira (30/09), trouxe Patrícia Ferreira, professora e cineasta, Rodrigo Kuaray, advogado indígena, e Yago Queiroz, etnojornalista e fotógrafo, para debater sobre o audiovisual como ferramenta de representação dos povos indígenas (acesse o debate aqui).

Os convidados abordaram questões para refletir e discutir sobre a forma como enxergam os processos da produção audiovisual dentro e fora de suas comunidades, sobretudo, a contradição da percepção de tempo que permeia o mundo indígena e o mundo não indígena. Além disso, o debate, com mediação das diretoras do documentário, Denise Copetti e Neli Mombelli, levantou a resistência e luta desses povos na preservação do meio ambiente e demarcação de terras, causas cuja visibilidade vem sendo potencializadas através de projetos audiovisuais em que os jovens se familiarizam com ferramentas de gravação e técnicas aprendidas em oficinas e nas escolas indígenas.

“A gente usa o audiovisual por necessidade também. Esse olhar é muito importante para registrar esses acontecimentos dentro da aldeia, ou fora dela”, afirma Patrícia. A cineasta e professora, que trabalha com jovens desde 2008, ressalta que os indígenas têm aprendido uma nova maneira de lutar pelas suas causas, e uma delas é através do audiovisual. “A gente não descansa, não cansa de lutar, e acho que falta muito ainda para a gente dizer que está tudo bem”, ressalta.

A captação de imagem nas aldeias foi uma das questões levantadas, já que a oralidade é bastante preservada nas comunidades, especialmente pelos mais velhos, dessa forma, os convidados destacaram a importância de praticar o que Yago chamou de “demarcar as telas”, e que para isto a comunicação tem sido fundamental. E que também o registro realizado por indígenas consegue ir mais a fundo na representatividade porque, entre outros fatores, como o entendimento de como funciona a lógica dos povos indígenas, os mais velhos terão mais confiança para falar com quem é do seu povo do que falar para realizadores não indígenas.

Cerca de 60 pessoas acompanharam a live seguida do debate, entre elas Isabel Cristina Baggio, professora da escola Kaigang Ope Augusto da Silva, da aldeia Três Soitas de Santa Maria. Isabel enfatizou a relevância do evento segundo a sua visão como educadora: “Acredito que o debate foi muito importante, informativo e conscientizador, pois muitas pessoas não conhecem a realidade dos povos indígenas, sobretudo na nossa cidade, suas lutas e resistência para manter a sua cultura. Creio que o conhecimento sobre a cultura é um ponto importante para combater o preconceito que estas comunidades sofrem, fruto da ignorância”.

Ela também comentou a respeito das oficinas que a TV OVO realizou nas aldeias de Santa Maria antes de gravar o documentário Quando Te Avisto, e que deverão ter continuidade pós pandemia, quando for possível circular com todos em segurança.“As oficinas estão sendo bem importantes pelo conhecimento construído juntos. É uma troca de saberes muito linda! Os alunos, além de se apropriarem dos conhecimentos sobre  tecnologia, realizam  ao mesmo tempo uma experiência de comunicação, pois todos tem de refletir e saber comunicar-se em grupo sobre os trabalhos realizados em equipe durante as oficinas.  Este resultado é fruto da delicadeza e respeito da equipe da TV OVO ao se aproximar da comunidade, respeitando seus ritmos e tempos”, argumentou Isabel.

Esse cuidado também foi enfatizado pelas diretoras do documentário, que definiram como desafiador o processo de aproximação e compreensão de um universo cultural que era até então distante. “Para mim, o que ficou foi um aprendizado sobre o tempo, a me repensar enquanto sujeito no mundo. A cultura indígena está muito presente no nosso dia a dia, porém, foi um desafio muito grande ir para as aldeias, a gente teve medo de desrespeitar de alguma forma, e tentamos ter o máximo de cuidado”, afirma Neli.

Ainda, Rodrigo Kuaray e Yago Queiroz comentaram a respeito dos seus trabalhos de conclusão e curso (TCC) recentemente defendidos em terras indígenas e com temas voltado para seus povos. Rodrigo se formou pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e defendeu seu TCC, intitulado Violações aos direitos constitucionais dos povos indígenas: impasses e perspectivas, na aldeia guarani Tekoa Guaviraty Porã. Pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), do Paraná, Yago defendeu a pesquisa intitulada O caminho de volta da universidade para a comunidade: uma reflexão sobre etnoparticipação e etnojornalismo no Projeto Nhandereko Eg Kanhró na Terra Indígena Apucaraninha, da etnia Kaingang.

O evento online foi contemplado no Edital FAC Digital RS, uma iniciativa da Secretaria da Cultura do RS, Universidade Feevale e Feevale TechPark.O curta faz parte do projeto Por Onde Passa a Memória da Cidade 2019, financiado pela Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria (LIC/SM).

 

Por Eduarda Manzoni


Documentário busca discutir presença indígena em Santa Maria


Gabriel faz exercícios de enquadramentos na aldeia Guarani. Foto de Tayná Lopes

Neste ano, o nosso projeto Por onde passa a memória da cidade trabalha na construção de um documentário que busca discutir a presença indígena em Santa Maria. A ideia inicial da produção é abordar a formação e origem de Santa Maria, intercalando a versão histórica e a lendária, ambas apresentando os indígenas como parte da história. Junto de entrevistas com membros de comunidades indígenas, antropólogos, sociólogos e historiadores iremos construir uma narrativa que busque documentar a memória destes povos, sempre tão invisibilizados.

Para o desenvolvimento do projeto estão sendo realizadas pesquisas históricas e conversas com diversas fontes, que conheçam a história e/ou tenham relação com ela. Está em curso um levantamento de dados, fontes, registros, documentos e imagens, para então iniciarmos as diárias de gravação.

Foi a partir da pesquisa que visitamos as aldeias indígenas Guarani e Kaingang de Santa Maria e, desde meados de agosto estamos realizando oficinas de formação audiovisual para os jovens da aldeia Guarani, que tem entre 13 e 20 anos.  Em outubro devemos ir fazer o mesmo na aldeia Kaingang. Embora o documentário tenha financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria, LIC/SM, as oficinas são uma atividade paralela que estamos fazendo, com nossos próprios recursos, porque não queremos falar da presença indígena pelo nosso olhar, queremos que eles falem de si a partir do seu próprio olhar. Por isso, aos poucos, buscamos trocar conhecimentos e instrumentalizá-los para que possam registrar suas próprias histórias e sua cultura.

Por Tayná Lopes


TV OVO aprova três projetos para captar via lei de incentivo à cultura de Santa Maria


Final do ano chegando e os projetos de 2018 da TV OVO encaminham-se para o fim. Nos últimos meses do ano sempre é momento pra repensar propostas, trocar ideias com o grupo, reformular formas de trabalho e planejar as próximas atividades, projetos e sonhos do ano seguinte. Para o ano de 2019 a TV OVO tem muitas metas a cumprir, três delas são a realização dos projetos Por Onde Passa a Memória da Cidade, o Narrativas em Movimento e o Olhares da Comunidade, recentemente aprovados no edital LIC-SM 2019.

Os projetos citados já são atividades marcantes na cidade, os colóquios e workshops integram o Narrativas em Movimento e são esperados anualmente pelos acadêmicos e pela comunidade de Santa Maria atuante no universo da cultura e do audiovisual; os documentários e as produções fílmicas aprofundadas que surgem da TV OVO fazem parte do Por onde Passa a Memória da Cidade; e as oficinas e exibições pelas escolas municipais são resultado do Olhares da Comunidade. Todo grupo que faz o coletivo comemora a aprovação e o reconhecimento dos projetos.  O sentimento de ver os projetos consolidando-se na cidade gera a sensação de dever cumprido e satisfação à equipe.

Agora, iniciamos a fase de captação para viabilizar as propostas do ano que vem. Você pode contribuir doando até 30% do seu IPTU, do ITBI (aquisição de imóveis ou do ISSQN. Esse encaminhamento deve ser feito antes de realizar o pagamento dos referidos impostos. Para contribuir entre em contato com a gente que fizemos todos os trâmites. Nossos canais de comunicação são pela página do Facebook, pelo telefone da TV OVO: 3026 – 3039 (à tarde), pelo e-mail tvovo@tvovo.org ou pelo whats app 55 99104 9166 (Denise Copetti).

 

Sobre nossos projetos aprovados

  • Por Onde Passa a Memória da Cidade – 2019
    Valor Aprovado: R$ 40.000,00

Produção de um documentário que terá como foco a história de origem da formação de Santa Maria, intercalando a versão histórica e a lendária, fazendo uma jornada em busca dos filhos de Imembuí, pois segundo a lenda, todos santa-marienses são fruto de uma relação de amor de um homem branco português com uma indígena. O audiovisual dará ênfase para a presença indígena (minuanos e tapes), celebrada na lenda da Índia Imembuí. Onde está esse povo Minuano? São os que encontramos nas ruas da cidade? Os índios sabem da existência da lenda e compactuam com ela? Como a cultura indígena se manifesta e nos influencia?  Essas são algumas das questões que queremos abordar no documentário.

  • Narrativas em Movimento – 2019
    Valor Aprovado: R$ 29.000,00

Propõe a realização de dois colóquios sobre os temas Memória e Territórios no audiovisual e Audiovisual, jovens e diversidade, e dois workshops, um sobre documentário e um de roteiro para curta-metragem de ficção.

  • Olhares da Comunidade – 2019
    Valor Aprovado: R$ 50.000,00

Prevê oficinas de realização audiovisual para adolescentes matriculados no oitavo e nono ano do ensino fundamental em três escolas da cidade e, no fim do processo, a realização de uma oficina na sede da TV OVO.  Além disso, a proposta aposta na difusão e formação de público para a produção de curtas santa-marienses por meio de exibições cineclubistas onde as oficinas serão realizadas. O resultado das oficinas serão produtos audiovisuais de até 10 minutos, produzido pelos próprios estudantes e que retrate a sua comunidade ou temas que dizem respeito ao universo dos jovens participantes. Os vídeos produzidos em todas as oficinas, um total de oito, serão exibidos em cada escola em sessão cineclubista após a finalização das oficinas.

 

Sobre a LIC/SM 2019

A Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer registrou 42 projetos submetidos para análise da Comissão Normativa, sendo 40 os projetos selecionados. A prefeitura liberou R$ 1,63 milhão para captação junto à apoiadores santa-marienses que podem destinar uma parcela dos pagamentos de IPTU, ISSQN e ITBI para os projetos culturais. A soma de todo o recurso que os projetos culturais necessitariam foi R$ 2.496.892,17, porém cortes foram feitos pelos responsáveis em validar os trabalhos propostos para que as propostas se encaixassem no valor liberado, sendo 335 mil advindos das taxas de IPTU, 1,2 milhão de ISSQN e R$ 95 mil de ITBI.

Compartilhamos a notícia e explicamos o processo de busca por recursos financeiros para nossos trabalhos independentes para que seja compreendida a importância de que pequenas ações mantem grandes projetos, como os nossos da TV OVO. É necessário divulgar e levar o conhecimento destes trâmites burocráticos, afinal, ações que fazem parte do contexto dos santa-marienses a todo ano, como o pagamento destes valores, passam despercebidas em função do turbilhão de afazeres e contas a pagar – mesmo a quem simpatiza, promove e é entusiasta da cultura local.

Confira todos os projetos aprovados.

Por Tayná Lopes

Gravação do documentário “Palma: o 8º distrito”, com direção de Denise Copetti, que integrou o Projeto Por Onde Passa a Memória da Cidade – 2017. Foto de Renan Mattos.


Último documentário sobre os distritos registra a história de Pains


O projeto Por Onde Passa a Memória da Cidade, que tem financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria, está se encaminhando para o fim. A missão de contar a história em vídeo dos nove distritos que compõe Santa Maria está quase completa. Todos depoimentos dos moradores e as imagens bucólicas e cheias de vida que evidenciam a riqueza cultural e histórica do município estão disponíveis no nosso canal no YouTube. Em breve, o último documentário da série será acrescentado na conta. Agora, as lentes das câmeras tem se voltado para o distrito de Pains.

O trabalho de apuração e pré-produção já foi realizado pela equipe e as informações coletadas serviram de base para a criação da ideia do documentário. Na direção do documentário estão Alexsandro Pedrollo e Heitor Leal, dando o tom do estilo e da narrativa da produção. Ao longo de quatro dias de gravação, os moradores abrem as portas de suas casas para nos receber e compartilharem conosco a relação histórica e afetiva que possuem com o distrito de Pains. “A ideia é conhecer o distrito a partir das pessoas que moram lá. Como se estivéssemos fazendo uma visita e conhecendo essas pessoas no seu dia a dia”, comenta Heitor.

As gravações do documentário ocorrem durante este mês. Alan Orlando, integrante da equipe, é responsável por fazer algumas imagens nas diárias de gravações e conta sobre participar da realização de mais um filme. “É gratificante poder percorrer os distritos fazendo o que mais gostamos. Contamos com a colaboração e hospitalidade dos moradores dos distritos. A ajuda deles com informações sobre o lugar, histórias e indicações de pessoas são essenciais. A possibilidade de fazer audiovisual somada a oportunidade de conhecer mais o lugar em que vivemos me deixa feliz e realizado”.

Por Tainara Liesenfeld

Cena captada na localidade São Geraldo, no distrito de Pains. Foto de Renan Mattos.