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Narrativas audiovisuais de resistência e de existência


“Juntar as pessoas para conversar, discutir, refletir, teorizar, praticar, criar fluxos, criar histórias, movimentar, resistir e sempre reexistir”. Foi com esse contexto que Marcos Borba, integrante da TV OVO, abriu o colóquio Narrativas Audiovisuais de Resistência, no último dia 19, na Cesma, que integra o projeto Narrativas em Movimento e tem o financiamento da LIC/SM.

Mais de 80 pessoas acompanharam o debate que trouxe como convidados a roteirista e diretora Inês Figueró, gaúcha radicada em São Paulo, e o realizador audiovisual argentino e diretor de arte, Axel Monsú. Entre os trabalhos mais conhecidos de Inês está o filme Era o Hotel Cambridge (2016), no qual atuou como corroteirista e 3ª assistente de direção. Inês ainda trabalha com oficinas de audiovisual com crianças das ocupações ligadas ao MSTC (Movimento Sem Teto do Centro), que iniciou com a pesquisa de pré-produção do filme e seguiu mesmo com a finalização das gravações. Axel é idealizador do Festival Oberá em Cortos e atualmente está como coordenador do Instituto de Artes Audiovisuales de Misiones, da Argentina.

O colóquio reuniu pessoas com diferentes interesses. A recém-formada em jornalismo Arcéli Ramos contou que, mesmo não tendo uma ligação forte com o audiovisual, resolveu comparecer ao colóquio, pois acredita que em momentos de discussão compartilhada sempre se pode aprender ou relembrar saberes importantes para a atuação como jornalista. Mas o motivo principal pelo qual Arcéli participou do colóquio foi “o desejo de me manter ligada às discussões do fazer jornalístico voltado para a resistência. Eu acho importante trazer a temática da resistência, principalmente porque estamos em um momento muito difícil do coletivo e do encontrar pessoas dispostas a participar da resistência, que estejam na mesma luta”. Na visão de Arcéli, trabalhar temáticas como essa no momento atual é uma ação imprescindível para manter a vontade de seguir em frente.

O professor universitário e pesquisador de história do cinema, Alexandre Maccari, relata que assim que teve conhecimento sobre o tema do colóquio se organizou para estar presente. O professor concorda com Arcéli quando afirma que o tema é de extrema importância para a época que vivemos atualmente, e, ainda ressalta que “o debate é o aspecto fundamental na construção do conhecimento. Eu gostei tanto das falas dos participantes quanto das perguntas que geraram o debate. Creio que ouvir a experiência dos realizadores foi, para mim, o momento mais marcante, em especial ouvir o convidado argentino falando das relações e dificuldades de produzir, sendo esse um ato de resistência”.

A jornalista Marilice Daronco participa dos colóquios organizados pela TV OVO desde a primeira edição. Ela considera o momento muito especial, vê que existe uma conversa e uma troca importante sobre a produção audiovisual. “O tema deste último, em específico, considerei ótimo, principalmente pelo momento difícil que passamos em relação a questões como a desvalorização da arte e da cultura. Cada vez mais teremos de ser resistência e acredito que, como em outros momentos de ascensão de regimes autoritários, a cultura será um espaço particularmente importante de expressão”, afirma Marilice. Para ela, unir audiovisual e resistência em um único debate é uma escolha riquíssima para promover a reflexão, pois há uma ligação forte entre as duas palavras, e exemplifica: “Quando pensamos na forma como o audiovisual se desenvolveu, vamos ver como em diferentes momentos sua história está ligada à resistência. Vou citar um exemplo santa-mariense. Nos anos de 1970, quando vivíamos a ditadura, um grupo daqui fez um espetáculo chamado Onde não houver inimigo urge criar um, o qual era aberto com um curta, feito com uma câmera super-8. A narrativa fazia uma crítica às perseguições que aconteciam naquela época. O espetáculo e o filme percorreram o Estado todo. Um material feito com equipamento amador ajudou a conjugar o verbo resistir. Falo desse exemplo porque o cenário que se desenha no país não é nem de longe de incentivo à cultura. Falar sobre o tema da resistência, sobre como estão as produções no Brasil e Argentina nos ajuda a refletir sobre nosso papel, e ver que as histórias que queremos e podemos contar, muitas vezes, estão mais próximas do que imaginamos”, compartilha a jornalista.

Numa perspectiva geral, Inês e Axel trouxeram assuntos como o fato de as narrativas surgirem de encontros como o colóquio ou em festivais, da situação de estar cara a cara com outras pessoas.  Eles abordaram também a desconstrução da produção e do consumo audiovisual focado nos grandes centros, defendendo que é possível buscar e produzir conteúdo sem ser apenas pelo circuito tradicional e hegemônico; reforçaram, ainda, o quanto é preciso, válido e rico sair às ruas, fazer o cinema na rua, levar a tela para as ruas, ampliar os espaços, criar e formar público; e formar redes de colaboração.

Além destas questões, o debate do colóquio tratou sobre como abordar as comunidades e como construir essa relação entre produtor e personagens, de como se pode contribuir com as comunidades e grupos filmados e não apenas utilizar-se deles para obter resultados em um produto, isto é, tudo o que existe e envolve o audiovisual para além de ligar e desligar a câmera.

Neli Mombelli, integrante da TV OVO, foi a mediadora da discussão. Para iniciar o debate, ela leu o poema A Flor e a Náusea, de Drummond de Andrade, que trata justamente de uma metáfora de resistência, de uma flor que nasce no asfalto, em um solo e espaço inapropriado, mas o fato de existir e resistir a torna bela. Que as discussões do colóquio cruzem as barreiras espaço-temporais da noite compartilhada na Cesma, que sirvam de ponto de partida para novos projetos, parcerias e reflexões; e que o poema de Drummond também traga energia e olhares sensíveis ao mundo, inspire e fortifique as pequenas e grandes ações em prol da cultura, do audiovisual e de toda luta por direitos que não firam a existência de ninguém.

[…]

Uma flor nasceu na rua!
Passem de longe, bondes, ônibus, rio de aço do tráfego.
Uma flor ainda desbotada
ilude a polícia, rompe o asfalto.
Façam completo silêncio, paralisem os negócios,
garanto que é uma flor

Sua cor não se percebe.
Suas pétalas não se abrem.
Seu nome não está nos livros.
É feia. Mas é realmente uma flor.

[…]

É feia. Mas é uma flor. Furou o asfalto, o tédio, o nojo e o ódio.

Carlos Drummond de Andrade.

Por Tayná Lopes

Axel Monsú destacou a importância da construção de redes de colaboração para fortalecer a produção audiovisual que se dá fora dos grandes centros e que se pauta por temas de resistência. Foto de Helena Moura.


Inscreva-se no workshop de direção de arte


Estão abertas as inscrições para o workshop de Direção de Arte para audovisual, que será ministrado por Luísa Copetti. A direção de arte engloba conjuntos de técnicas e decisões que determinam o visual da obra produzida. No audiovisual, o diretor de arte alinha os elementos visuais à estética concebida para cada cena. Paleta de cores, figurinos e cenários são alguns dos elementos coordenados pelo diretor.

A atividade será no dia 18 de agosto, das 9h às 12h e das 13h30 às 18h30, na sede da TV OVO, Rua Floriano Peixoto, 267. O investimento para participar do workshop é de R$ 60 integral e R$ 30 meia (estudantes – comprovante de matrícula, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes). Serão ofertadas 20 vagas. As inscrições podem ser feitas neste formulário.

O workshop integra a programação do projeto Narrativas em Movimento 2018, que tem financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria (LIC/SM).


Sobre a oficineira

Luísa Copetti é sócia da Lumaluma Produtora, sediada em Porto Alegre. Ela trabalha com direção de arte analógica e digital desde 2006. Atuou como diretora de arte em produções como os curtas-metragens Espelho Hexagonal e Quanto mais suicidas, menos suicidas e o longa-metragem Bebeto Alves em Mais uma Canção. Atuou como diretora de arte, entre outras funções no projeto OCTO da RBSTambém é designer, ilustradora e diretora de animação. Você pode conhecer mais sobre os trabalhos dela em https://www.luisacopetti.com/

Conteúdo programático do workshop:

  • Fundamentos estéticos e plásticos da direção de arte
  • Funções
  • Equipe de arte
  • Planejamento da produção de arte
  • Pesquisa de referências
  • Estruturação técnica

Luísa Copetti no cenário do curta-metragem Quanto mais suicidas, menos suicidas, com direção de Maurício Canterle.


Em breve, inscrições para workshop de direção de arte


Chegamos ao segundo semestre de 2018 e estamos ansiosos para colocar em prática nossas próximas atividades! Depois do workshop de tecnologia mobile em maio, anunciamos mais uma proposta de formação imperdível! No início de agosto abrem as inscrições para o workshop de Direção de Arte para audovisual, que será ministrado por Luísa Copetti.
A direção de arte engloba conjuntos de técnicas e decisões que determinam o visual da obra produzida. No audiovisual, o diretor de arte alinha os elementos visuais à estética concebida para cada cena. Paleta de cores, figurinos e cenários são alguns dos elementos coordenados pelo diretor.

A atividade será no dia 18 de agosto, das 9h às 12h e das 13h30 às 18h30, na sede da TV OVO, Rua Floriano Peixoto, 267.

O investimento para participar do workshop é de R$ 60 integral e R$ 30 meia (estudantes – comprovante de matrícula, idosos, pessoas com deficiência e jovens de 15 a 29 anos comprovadamente carentes). Serão ofertadas 20 vagas. As inscrições serão feitas em formulário a ser disponibilizado no início de agosto no nosso site e na nossa pagina no Facebook.

O workshop integra a programação do projeto Narrativas em Movimento 2018, que tem financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria (LIC/SM).


Sobre a oficineira

Luísa Copetti é sócia da Lumaluma Produtora, sediada em Porto Alegre. Ela trabalha com direção de arte analógica e digital desde 2006. Atuou como diretora de arte em produções como os curtas-metragens Espelho Hexagonal e Quanto mais suicidas, menos suicidas e o longa-metragem Bebeto Alves em Mais uma Canção. Também é designer, ilustradora e diretora de animação.

Conteúdo programático do workshop:

  • Fundamentos estéticos e plásticos da direção de arte
  • Funções
  • Equipe de arte
  • Planejamento da produção de arte
  • Pesquisa de referências
  • Estruturação técnica

Por Alan Orlando

 


Colóquio Documentário, Direitos Humanos e Cidadania – um tema que veio a calhar


Um tema que nunca sai da pauta, ou, pelo menos, não deveria! Direitos Humanos e Cidadania foi o enfoque da primeira edição de 2018 do projeto Narrativas em Movimento, que contou com a participação Beth Formaggini e de Gilvan Dockhorn, realizado na Cesma. Beth é documentarista e historiadora pela Universidade Federal Fluminense, ela também é pesquisadora e fundou a produtora 4ventos. Dockhorn é historiador e professor da Universidade Federal de Santa Maria.

Antes do colóquio, exibimos o documentário Pastor Cláudio (2017, 75′), que tem direção de Beth Formaggini e que traz uma reveladora conversa entre o psicólogo Eduardo Passos e o Bispo evangélico Cláudio Guerra. Guerra é ex-chefe da polícia civil, e o mesmo assassinou e incinerou militantes que se opunham à ditadura civil militar do Brasil. O documentário, bastante impactante, trouxe diversos elementos para pensar a história  política do nosso país e os seus reflexos nos dias de hoje.

Durante o colóquio, o documentário foi bastante mencionado, sobretudo  a respeito da forma, bastante fria, como Guerra conta as histórias da época e também sobre a impunidade dele e de tantos outros, que cometeram esses mesmos crimes, decorrentes da maneira como se prosseguiu com a anistia no Brasil. Também foram abordadas questões como a morte da vereadora do PSOL, Marielle Franco. Beth comentou que “além da homofobia, que matou uma mulher lésbica, militante, negra, tem também outras forças que estavam atrás desse gatilho.”

Dockhorn comentou que leu o livro de Cláudio Guerra (Memórias de uma guerra suja) e afirmou: “Eu li o livro do Guerra, que é assustador também, mas, mais assustador, é ver o sujeito falando”, referindo-se à postura dele no documentário de Beth. O professor ressaltou ainda a importância de filmes como este,  pois “literatura, ficção, livros de história não dão a cara e a voz.”, como o cinema o faz. Para ele, documentários são essenciais para a preservação da memória e para um melhor entendimento de alguns assuntos espinhosos, como o da ditadura.

Durante o colóquio, o público, que lotou o auditório com espaço para mais de 200 pessoas, também trouxe questões relacionados à temática documentário, direitos humanos e cidadania. A programação teve financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria.

Confira a conversa que tivemos com Beth Formaginni e Gilvan Dockhorn após o debate.

Por Larissa Essi
Fotografia de Renan Mattos

Colóquio direitos Humanos


Colóquio e sessão de cinema sobre direitos humanos e cidadania em março


O ano começa com todo o fôlego na TV OVO e, já no mês de março, retorna o colóquio Narrativas em Movimento. Com o tema Documentário, Direitos Humanos e Cidadania, o colóquio pretende expandir as ideias propostas anteriormente, unindo o audiovisual e um campo de discussão importante como o dos direitos humanos.

Para compartilhar conhecimentos, contaremos com a presença de César Guimarães, professor da Universidade Federal de Minas Gerais, doutor em Estudos Literários (Literatura Comparada) pela Universidade Federal de Minas Gerais e pós-doutor pela Universidade Paris 8. Guimarães tem experiência na área de Comunicação, com ênfase em Teorias da Imagem, atuando principalmente nos seguintes temas: cinema moderno (ficção e documentário) e experiência estética.

O colóquio contará também com a participação da cineasta e documentarista Beth Formaggini, que trabalhou com Eduardo Coutinho em produções renomadas como Edifício Master, documentário sobre um antigo e tradicional edifício situado em Copacabana, que em novembro de 2015 entrou na lista dos 100 melhores filmes brasileiros de todos os tempos, feita pela Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine). Entre as produções premiadas de Beth como diretora estão Xingu Cariri Caruaru Carioca, que recebeu o prêmio de melhor filme no Festival In-Edit Brasil, em 2016, Angeli 24 Horas, que venceu os prêmios de melhor documentário na Jornada da Bahia, em 2011, melhor direção de curta-metragem no Recine, em 2011, e o troféu HQ Mix, em 2012.

O colóquio Documentário, Direitos Humanos e Cidadania será no dia 16 de março de 2018, sexta-feira, na Cesma (Rua Professor Braga, nº 55,  centro), e terá a mediação do historiador e professor da UFSM, Gilvan Dockhorn. A lotação do espaço é de 200 pessoas. A pré-inscrição para para receber certificado deverá ser feita neste formulário.

Antes do colóquio, às 17h, também na Cesma, será exibido o documentário Pastor Cláudio, com direção de Beth Formaggini. A entrada é franca. O projeto Narrativas em Movimento, que está na sua terceira edição, tem o financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria.

Por Valdemar Neto

Cartaz Narrativas Marçoface_2018


2017: audiovisual, cultura e conhecimento


Visitas ilustres, longas viagens, horas e horas de gravação. Muito conhecimento repassado e ainda mais recebido. Podemos resumir o 2017 da TV OVO como um enorme período de trocas e aprendizados.

Conhecimento de vida, técnico e profissional vindo de nomes como Caio Cavechini, do Profissão Repórter, ou Cláudia Schulz, da Mídia Ninja, ou Sérgio Lüdtke, da Interatores, que foram nossos convidados para o primeiro colóquio do ano, o Novas Formas de Fazer Jornalismo, que rolou durante a Feira do Livro e que expôs diferentes maneiras de se noticiar algo, independentemente do veículo ou da plataforma.

Ou também as formas como o jornalismo pode caminhar de mãos dadas com o audiovisual sem perder o valor notícia e preocupar-se com o Outro. O jornalista Marcelo Canellas, a documentarista Eliza Capai e a jornalista fundadora da Rede de Jornalistas Livres, Laura Capriglione, se propuseram a nos ajudar a refletir sobre essas questões no colóquio Narrativas Audiovisuais e Informação.

Paras os aficionados por séries ou interessados em produzir o seu próprio material, o idealizador do Frapa e roteirista, Leo Garcia, e a cineasta Ana Luiza Azevedo, da Casa de Cinema de Porto Alegre, trouxeram para o debate o mercado de séries, webséries e de produções nacionais no colóquio Produção Audiovisual em Série, isso já no final do ano.

Mas não é só de colóquios que vive a TV OVO. Também caímos na estrada durante todo o ano para gravar os documentários sobre os distritos de Palma e Santa Flora, além de organizarmos exibições dos nossos outros trabalhos concluídos: os documentários de São Valentim e Santo Antão.

Tivemos ainda a oportunidade de receber no Sobrado alguns jovens de escolas públicas para aprender sobre o “estranho mundo dos seres audiovisuais”. No final, os garotos e garotas até produziram, gravaram e editaram seus próprios curtas, idealizados durantes as aulas. Veja os curtas Latinha e A ligaçãoAlém disso, durante o ano teve workshop de som, de produção audiovisual com tecnologia mobile, de fotografia para reportagem especial e produção de webséries.

No meio do ano tivemos dois intensivos nos meses de julho e agosto. Vivemos intensamente os três dias da 24ª Feicoop, ouvindo histórias de pessoas das mais variadas situações e origens. Cada entrevista, uma lição. Outro intensivo que fizemos, em agosto, foi junto com o projeto Mostra Cultural Olhares, quando caímos na estrada com uma trupe de artistas percorrendo três cidades do Noroeste do Estado. Dias de muita, mas muita cultura.

E claro, batemos cabelo com o Rock do K7, um produto híbrido que mistura documentário e ficção e fala da cena roqueira dos anos  de 1980 e início dos 90, quando a forma para conhecer novas bandas e ter acesso a essas músicas era por meio do escambo de fita K7.

Por fim, fugindo um pouco da área do audiovisual, Marcelo Canellas e Manuela Fantinel deram o tom do projeto que trouxe nossas doses homeopáticas de reflexão narrativa cotidiana, o Cronicaria,uma publicação semanal de crônicas financiada por leitores.

No apagar das luzes de 2017 e acender de 2018 apresentamos um dos nossos trabalhos mais doloridos, para o qual foram mais de dois anos dedicados para a sua produção, o documentário Depois Daquele Dia, que constrói uma Santa Maria após a tragédia da Kiss pelo olhar de uma irmã de vítima. Um filme necessário!

2017 foi um ano de muito trabalho e deixou um gostinho de dever cumprido.

2018 já tá aí e não vai ser diferente. Novos documentários, novos colóquios, novas discussões, novas oficinas e muitas trocas. Estamos ansiosos e animados com tudo e esperamos que vocês venham junto com a gente em mais um ano de muito aprendizado!

Por Valdemar Neto

retrospectiva 2017