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Assista aos documentários Pains e Passo do Verde


Parte da equipe durante as gravações em Pains. Foto de Alan Orlando

 

Disponibilizamos as duas últimas produções da série dos distritos santa-marienses, produzidas entre 2014 e 2018, para acesso no YouTube. Os documentários Pains e Passo do Verde foram produzidos ano passado, e junto com os filmes sobre Santa Flora, Arroio Grande, São Valentim, Palma, Santo Antão e Arroio do Só integram o projeto Por Onde Passa a Memória da Cidade,  que registra a memória do município de Santa Maria.

O documentário Pains apresenta a história do distrito que surgiu em 1861, sediado em São Pedro do Sul. Localizado aos fundos da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), a localidade tem crescido com o desenvolvimento de indústrias e especulação imobiliária, embora ainda com inflexão para a agricultura.

Passo do Verde é conhecido pelo seu balneário e fica no sentido Sul do município. O documentário traz diversos personagens que ajudam a compor o cotidiano do local que é marcado, para além do balneário, pela extração areeira.

Você pode assistir a playlist completa dos nosso documentários clicando aqui.

Por Thaisy Finamor


Coletivo em defesa do patrimônio santa-mariense lança identidade visual


Hoje será lançada a identidade visual e nomeado o Coletivo Memória Ativa, formado por um grupo de pessoas que se uniu em defesa do patrimônio histórico e cultural de Santa Maria. O lançamento será na sede da TV OVO, às 19 horas. O início do grupo se deu há quase um ano por conta da aprovação do novo Plano Diretor da cidade.  Jornalistas, arquitetos, lideranças comunitárias, professores, advogados, artistas, professores, estudantes e agentes culturais se mobilizaram na Praça Saldanha Marinho, em agosto de 2018, para lançar uma nota de repúdio às alterações na legislação que deixavam desprotegido o patrimônio santa-mariense, muito em função da crescente especulação imobiliária.

A arquiteta Márcia Kümmel comenta que o coletivo foi formado por uma ação concreta na sociedade civil, independente e apartidária. e por uma reação que ocasionou uma polêmica da extinção do plano diretor que protegia os prédios históricos de Santa Maria. Segundo ela, trata-se de um grupo multifuncional que não é fechado e abrange todos que defendem a preservação dos símbolos culturais. A promoção do debate é em torno da nova legislação municipal sobre a Lei do Patrimônio que está sendo atualizada. “Nós propusemos a reflexão em cima de um modelo econômico e de desenvolvimento que promova um progresso e geração de novos empregos e negócios, respeitando nosso passado e nossa memória”, salienta Márcia. A arquiteta enfatiza que é necessário amplificar a voz daqueles que acreditam que desenvolver uma cidade não significa demolir para construir o novo.

Orlando Fonsceca, professor, escritor e presidente do Conselho Municipal de Políticas Culturais, que também integra o coletivo Memória Ativa, enfatiza que, desde o ano passado, o grupo vem planejado e executando ações simbólicas na cidade. Foi por atuação do grupo que a prefeitura tombou provisoriamente 135 edificações na cidade. O Memória Ativa pretende dar continuidade à ações pontuais para sensibilizar a população para a importância da memória de uma cidade. Uma das pautas recorrentes é a valorização de espaços históricos, como o Museus Gama D’Eça, por exemplo. Por ocasião dos 50 anos do Museu, o coletivo organizou e participou de um evento comemorativo. Oura atividade surgiu em parceria com a Reitoria da UFSM, com os cursos de Arquitetura e Urbanismo e História e  a Pós-Graduação em Patrimônio Cultural da UFSM, que propuseram um aula inaugural sobre patrimônio cultural com a participação do professor e arquiteto da UFRGS, Paulo Edi Martins.

A ideia é que Santa Maria necessita de um centro-histórico vivo, mas, para isso, é necessário políticas públicas e revitalização para fomentar o turismo na cidade. “‘Nós acreditamos que é perfeitamente possível reservar espaços para o desenvolvimento da construção civil em áreas de expansão urbana, ou que se mesclem com os prédios antigos, mas que não exija a demolição dos mesmos”, reflete Márcia.  Para ela, a educação patrimonial necessita ser discutida para que a comunidade saiba do valor da arquitetura dos prédios e o que isso significa para a cidade e para as pessoas que a constituem.

Isso porque o conceito de cidade vai além da materialidade de ruas e edificações, é também a união dos sujeitos. O trabalho, movimento e a memória daqueles que já preencheram suas ruas é a melhor forma de contar a história, seja das pessoas ou das próprias cidades. Se não houvessem pessoas, a cidade seria fantasma, sem vida, sem alma, sem dinamismo. É fundamental preservar os símbolos de vida que dão identidade e pertencimento a um lugar. E é ao falar em símbolos que surge uma dica da identidade visual do coletivo que será lançada hoje e que não poderia deixar de ser: ela está relacionada a um dos símbolos de Santa Maria.

Por Juliana Brittes


Lelé João-de-barro e o seu grande dia


No dia 1º de maio ocorreu o lançamento do livro infantil Lelé João-de-barro: arquiteto de histórias na 46º Feira do Livro de Santa Maria. De autoria dos arquitetos Clarissa Pereira (Tita) e Daniel Pereyron, e da jornalista e integrante da TV OVO, Neli Mombelli, o livro tem como personagem principal o Lelé, um passarinho da espécie joão-de-barro, que conduz o leitor pelas brincadeiras e pela história do livro, buscando estimular as crianças a reconhecerem e a preservarem o patrimônio histórico de Santa Maria. Há diversas atividades nas 32 páginas que compõe o exemplar, como origami, jogo de tabuleiro, peças para recortar e desenhos para colorir.

O livro fala sobre patrimônio, memória e arquitetura, principalmente, para o público infantil, mas que também envolve os familiares. Neli  explica que a ideia é mais uma ação, dentre tantas outras, para defender, conscientizar e preservar o patrimônio histórico de Santa Maria. “Como conscientizar?! Às vezes, falar com adultos, talvez, não seja tão fácil quanto falar com crianças. Porque elas vão crescer pensando e olhando para a cidade de uma forma diferente”, explica Neli ao ser questionada sobre a escolha do público-alvo do livro. Daniel completa: “É importante criar essa discussão, essa cultura de olhar para um prédio que é antigo, que tem um valor, que representa uma memória muito antes da própria existência dela”.

A feira pelo olhar de Lelé

Lelé estava super ansioso para encontrar seus novos amigos e aproveitou que a quarta feira, dia do lançamento, estava linda, com o céu azul, para ir voando até a Feira do Livro. A gata Pitanga, por sua natureza mais reclusa, preferiu ficar pelo Sobrado, mas pediu para que seu amigo joão-de-barro lhe contasse cada detalhe do evento. Jasmin e o Sobrado, os outros dois personagens, bem, eles não tinha como estar por lá a não ser pelas páginas do livro. Ao chegar na praça Saldanha Marinho, o passarinho encontrou-se com seus autores e ficou de olho no intenso movimento para a sessão de autógrafos, que iniciou às 14h e seguiu até às 17h30.

Enquanto esperava o início das atividades, Lelé aproveitou para conversar um pouco com seus leitores e público. Conheceu a Maria Nunes, de 8 anos, que havia acabado de comprar seu exemplar e estava ansiosa para lê-lo. Sua mãe Lirane Nunes, 43 anos, disse que a filha já havia estudado sobre o estilo dos prédios e sobre o patrimônio histórico de Santa Maria na escola, o que a fez se interessar pelo livro.

Encontrou por lá, também, a Fernanda Bianchin, de 39 anos, que foi prestigiar sua grande amiga, e uma das autoras do livro, Clarissa Pereira (Tita). “Eu vim aqui prestigiar porque eu adoro pintar. Eu tenho vários livros de pintar porque é forma que eu tenho de espairecer”, comentou ela. Ao ser questionada sobre o que havia achado do livro,  foi só elogios: “Eu adorei o livro, a ideia deles está muito legal. Inclusive eu acho que eles tinham que expandir isso para todo o Brasil, para todas as crianças…”. Ou seja, Lelé faz sucesso também entre os adultos.

O movimento foi intenso durante toda a tarde e, para entreter as crianças, Annelise Weber, arquiteta e urbanista que colaborou com a publicação, ajudou os pequenos a fazer o origami do Lelé. Uma das crianças que tirou de letra fazer a dobradura do joão-de-barro foi o Benjamin, de 9 anos, que adorou fazer a atividade e achou o livro bem legal e com cores vibrantes. Outro que também destacou as cores do livro foi o Benjamin Reinehr, de 8 anos: “Eu acho que amarelo combina com roxo”. Já a Joana, de 7 anos, achou o origami difícil, mas achou o livro muito bonito.

O Lelé também quis saber a opinião dos pais sobre seu livro. “Achei muito interessante, especialmente nesse período que Santa Maria luta para manter seu patrimônio intacto em função da especulação imobiliária. Acho legal trabalhar com as crianças essa consciência em relação ao patrimônio”, refletiu Janaina Garcia, de 36 anos, mãe de Clara. A arquiteta Lídia Rodrigues complementou: “Achei muito bom, uma proposta diferente e muito boa pela facilidade de manuseio, porque ele é curtinho, é para criança, mas ele traz informações bem necessárias. Tem informação de arquitetura, de escala e até o mapinha da cidade ”, elogiou.

Devido ao crescente sucesso e público, o evento teve sua duração estendida em uma hora, mas o joão-de-barro não podia ir embora sem conversar com  seus autores e colaboradores. Seu primeiro bate-papo foi com a Annelise Weber. Ela relatou como foi participar do projeto.

“Foi muito legal porque a gente discutiu conjuntamente. Eles fizeram a parte de criação, das atividades e eu participei ajudando com a ilustração dos desenhos, na parte de arte gráfica mesmo, e também com a dobradura do Lelé. ” E ainda completou dizendo que o lançamento superou as expectativas: “Pensamos que ia ter público, mas não tão grande assim e com fila imensa. Esgotou os nossos chaveiros, esgotou as dobraduras…. Está sendo muito legal,  uma experiência incrível, principalmente por participar do livro com eles. ”

Já Tita confessou ao Lelé sua sensação ao ter seu trabalho em mãos. “É fantástico, eu acho que qualquer projeto que a gente faça, que seja de arquitetura, que seja um livro como esse, que é um projeto mais curto, sempre a gente quer ver pronto e eu agradeço muito a Neli. Se não fosse por ela esse trabalho não teria saído do papel. Realmente ela tem um grande mérito em ter abraçado a ideia e colocá-la em prática. ”

Já passava das 18h da tarde quando o joão-de-barro ficou sabendo da estimativa de vendas do seu livro. Foram vendidos, somente no dia do lançamento, cerca de 180 exemplares e, ao final do dia, Lelé se sentia realizado por ter conhecido tantas pessoas incríveis. Ele voltou feliz e animado para compartilhar com a Pitanga, o Sobrado e a Jasmin tudo sobre seu dia.

Por Lívia Teixeira

O livro está entre os cinco mais vendidos desta edição da Feira do Livro. Foto de Juliana Brites


Lelé João-de-barro: livro infantil aborda arquitetura e patrimônio cultural de Santa Maria


Lelé João-de-Barro: arquiteto de histórias é o novo livro que leva o selo do Sobrado Centro Cultural, projeto de restauração do imóvel centenário que abriga a sede da TV OVO. O lançamento será dia 01/05 na 46ª Feira do Livro de Santa Maria, das 14h às 16h30, na Praça Saldanha Marinho. Os autores são os arquitetos Clarissa Pereira (Tita) e Daniel Pereyron, responsáveis pelo projeto arquitetônico do Sobrado, e a jornalista Neli Mombelli, integrante da TV OVO.

Lelé é o personagem que conduz a história do livro infantil. Ele mora na Jasmin, uma linda árvore que fica ao lado do Sobrado. A obra busca interagir com as crianças que encontrarão nas suas páginas jogos, desenhos para colorir, origami, peças para recortar, procurando trabalhar o reconhecimento do patrimônio da cidade e também ensinando sobre o ecletismo, estilo arquitetônico do Sobrado.

Tita, que também é professora universitária e mãe da Martina, defende que “somente o despertar da consciência do público infantil pode contribuir para a preservação da nossa história”. Foi com esse entendimento que Daniel, também professor universitário, atual presidente do Instituto do Planejamento de Santa Maria (Iplan) e pai do Theo e da Bibiana, também abraçou a proposta do livro ao questionar sobre qual legado se está deixando na cidade. “Como as crianças de hoje entenderão o que é patrimônio no futuro?”, propõe ele.

Boa parte do material produzido para o livro foi a partir das plantas que integram o projeto de restauração do Sobrado, que neste momento está com a primeira fase em avaliação na Lei de Incentivo à Cultura do Estado (LIC/RS). Neli, que é professora universitária e trabalha com oficinas de audiovisual para adolescentes, vê no livro a potência para o fortalecimento dos laços de pertencimento dos santa-marienses com a paisagem urbana. “O livro é para os pequenos e para seus familiares também. É uma maneira lúdica de olhar ao redor, reconhecer a identidade de Santa Maria e preservar seu legado histórico e cultural”.

E Tita complementa: “O livro também serve como resposta às transformações da imagem da cidade que estamos vivenciando nos últimos tempos. As construções de interesse histórico vêm sofrendo com o processo de verticalização do centro, que modifica e, por vezes, desconfigura parte da paisagem e da identidade de Santa Maria”.

Para que o livro fosse possível, formou-se uma rede de parceiros que patrocinaram a sua diagramação e impressão. São eles: L’abac Empreendimentos, Lineastudio Arquiteturas, Eny Calçados, AW Eventos, Zacon Zanini Construções, Simultânea Engenharia, MKümel Arquitetura, Criançando em SM, Q_arts Arquitetura e Box Studio Arquitetura.

Quem participar da sessão de autógrafos dia 01/05, receberá um chaveiro do Lelé. Além disso, Annelise Weber, colaboradora do livro, fará uma oficina de origami para as crianças já saírem com a dobradura do personagem principal em mãos. Ainda, serão sorteados 4 kits do livro, um total de 100 exemplares, para escolas públicas da cidade que participarem da feira. O livro estará disponível nas bancas da Cesma e da Athena Livraria pelo valor de R$ 15,00

Para mais informações, acompanhe a TV OVO no facebook/tvovosm e no instagram/tvovosm

Sinopse

Lelé João-de-Barro: arquiteto de histórias

Que tal voar, colorir, recortar, colar, brincar e aprender um pouco sobre arquitetura com Lelé? Ele é um joão-de-barro que mora numa árvore chamada Jasmin, ao lado de uma linda casa de estilo eclético em Santa Maria. Aventure-se nessa história.


Depois Daquele Dia, filme sobre tragédia da Kiss será exibido em evento em São Paulo


Maio é o mês de aniversário da TV OVO. Além do lançamento do livro infantil Lelé João-de-Barro: arquiteto de histórias, no dia 01, na Feira do Livro de Santa Maria, dia 8, quarta-feira, o documentário Depois Daquele Dia será exibido em São Paulo. O filme, que retrata a tragédia da boate Kiss, vai ser exibido no 3º Simpósio Internacional de Comunicação e Cultura: Aproximações com Memória e História Oral – Diálogos entre Brasil e México. O evento ocorre de 6 a 8 de maio na Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em São Paulo.

O filme reflete sobre aos impactos e aprendizados deixados pela tragédia em Santa Maria, as cicatrizes que marcaram a comunidade e as relações de apoio e escuta criadas entre as vítimas, os familiares e a própria cidade. De forma sensível retrata como Santa Maria seguiu com vida, como se transformou e se fortificou. Luciane Treulieb jornalista, diretora do filme e irmã de João Aloisio Treulieb – uma das vítimas da tragédia – é mestranda da USCS e propôs a exibição para a organização do evento. A temática do documentário relaciona-se com os assuntos que serão abordados no simpósio e se faz interessante tê-lo como parte do evento por toda riqueza política, sensível e histórica que o compõem.

Luciane comenta que será a primeira vez que o filme será exibido fora de Santa Maria e destaca que o público será diferente dos que até então puderam acompanhar as exibições na cidade – público composto majoritariamente por pessoas diretamente afetadas pela tragédia e afetivamente vinculadas a Santa Maria. Ela ainda ressalta que no simpósio haverá pesquisadores de vários lugares do Brasil e da América Latina, e acredita que eles provavelmente não terão nenhuma ligação afetiva com Santa Maria. “A exibição para esse público é importante porque pode nos oferecer uma perspectiva diversa sobre a narrativa que criamos”, pondera Luciane.

Depois Daquele Dia é um filme memória.  “Apesar de termos exibido o filme pela primeira vez há mais de um ano, pouco se avançou em termos de decisões judiciais. Então a luta pela justiça e pelo não-esquecimento do que aconteceu segue, e o filme é a forma
que encontramos para buscar a manutenção da memória das vítimas”, defende a diretora.

Neli Mombelli, que integra a TV OVO e assina a montagem do documentário, também irá participar da exibição. Além disso, Luciane e Neli irão participar do Simpósio com apresentação de um artigo que discute os embates da memória abordada no filme.

Por Tayná Lopes

Luciane Treulieb, diretora de Depois Daquele Dia, em cena do filme.


Documentário Passo do Verde será exibido na segunda-feira, na Feira do Livro


O palco do Livro Livre da 46° Feira do Livro de Santa Maria projeta o distrito de Passo do Verde em sua tela. O documentário Passo do Verde – o 6° distrito, produzido pela TV OVO, será exibido no dia 29 de abril, segunda-feira, às 19h na Feira. O filme aborda a história, o cotidiano e as principais características do distrito por meio de depoimentos de moradores da localidade. Após a exibição do filme haverá uma roda de conversa.

O documentário, que integra o projeto Por Onde Passa a Memória da Cidade, foi produzido em 2018, e tem direção de Alan Orlando e Helena Moura, diretores estreantes. As primeiras cenas registradas foram em fevereiro, na tradicional festa de Iemanjá.  A produção contou com quase dez idas ao distrito para buscar personagens, compreender e vivenciar um pouco do cotidiano do lugar e registrar imagens. Passo do Verde, como sugere o nome, é rico em vegetação, água e areia. O território tem muita gente, histórias e lendas. As ruínas da ponte velha, que podem ser vistas da BR 392, são ícones do 6º distrito que fica ao sul de Santa Maria. No Balneário, escuta-se pássaros e bugios; na Estrada da Limeira, ouve-se a euforia das crianças; já na Estrada dos Guerra e Mato Alto tem-se a trinca do interior: pecuária, soja e arroz. Mas sabe o que há em comum nessas estradas? O som das máquinas e caminhões que carregam a maior economia do distrito – a areia. Entre sons e paisagens, constrói-se a memória e a vida da localidade.

O documentário teve financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria (LIC/SM). Além de Passo do Verde, em 2018, o projeto também registrou o distrito de Pains, encerrando a incursão realizada pela TV OVO pelos nove distritos rurais santa-marienses, iniciada em 2014.

O que: Exibição do documentário Passo do Verde, 6° Distrito
Onde: Palco Livre, Feira do Livro de Santa Maria, Praça Saldanha Marinho
Quando: 29 de abril (segunda-feira), às 19h.

Por Kamila Ruas

Raquel Lopes de Lima, moradora do Balneário Passo do Verde, faz comida caseira e vende no distrito. Ela é uma das personagens do documentário. Foto de Francine Nunes