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Acompanhe o SMVC e vote em nossas produções no júri popular


O Santa Maria Vídeo e Cinema, SMVC, começa nesta terça, 29, e segue até o próximo domingo, 02/11, com uma programação cheia de histórias para refletir sobre nossa sociedade e debater. O tema do festival é Cinema para todas, para enfatizar o papel da mulher no campo cinematográfico. As mostras competitivas ocorrem na Praça Saldanha Marinho, a partir das 19h. E se chover, não se acanhe!

Quatro de nossas produções concorrem ao troféu Vento Norte. Na mostra nacional concorrem Existência, com direção de Paulo Tavares, e Feminino Substantivo, com direção de Neli Mombelli. Na mostra local, além dos dois anteriores, concorrem Flipando Ideias, que foi premiado no Cinest deste ano, e M, dois vídeos resultantes de oficinas em escolas públicas do município com apoio da lei de incentivo à cultura.

Além disso, na quarta 30, o documentário Depois Daquele Dia, de Luciane Treulieb e realização da TV OVO, será exibido às 16h seguido de debate. O filme reflete sobre os impactos e aprendizados que a tragédia da Kiss trouxe para Luciane, irmã de vítima, e para Santa Maria.

Então, se você curte o cenário audiovisual e está sempre em busca por aumentar seu repertório, ou simplesmente quer curtir alguns produtos audiovisuais, essa programação é perfeita!

 

Confere aí:

Terça-feira, 29/10

Centro de Convenções da UFSM, 19h

Abertura do festival e a exibição do longa-metragem “Legalidade”, de Zeca Brito, seguido de debate.

 

Quarta-feira, 30/10,

Cesma, 13h – oficina ministrada pelo diretor do filme Yoñlu, Hique Montanari.

Praça Saldanha Marinho, 16h

Depois daquele dia, de Luciane Treulieb e

18h Sinprosm: 30 anos.

19h Mostra competitiva de curtas-metragens, entre eles Flipando Ideias e Existência

 

Quinta-feira, 31/10,

Praça Saldanha Marinho, 14h

Cine Caramelo – Peixonauta – O filme.

16h, Manhã Transfigurada, de Sérgio Assis Brasil.  Sessão comemorativa dos 10 anos de lançamento do primeiro longa santa-mariense.

19h, Mostra competitiva de curtas-metragens, entre eles M.

 

Sexta-feira, 01/11,

Praça Saldanha Marinho, 14h

Cine Caramelo – Peixonauta – O filme.

16h, Substantivo Feminino, Daniela Sallet e Juan Zapata

19h, Mostra competitiva de curtas-metragens, entre eles nosso documentário Feminino Substantivo

 

Sábado, 02/11,

Sedufsm, 14h

Esclerosada não é a vó, de Erenice de Oliveira, Marcia Denardin e Luiz Roberto Cassol

Alexandra, de Luiz Roberto Cassol.

Salão Bianco Nero, 19h

Cerimônia de premiação do SMVC

 

Domingo, 03/11

Brique da Vila Belga, 18h

Exibição dos filmes vencedores do 13ª SMVC.

Se quiser saber mais sobre a programação ou sobre as produções que serão exibidas, acesse o o site do SMVC, pelo Facebook ou Instagram do festival.

 

Por Lívia Maria


Prepare-se para uma maratona cinematográfica


 

Para quem é amante do audiovisual e deseja ampliar seus conhecimentos a respeito, dois grandes eventos ocorrerão nesse mês em Santa Maria. O CINEST – Festival Internacional de Cinema Estudantil promoverá debates sobre acessibilidade no audiovisual, além de oficinas focadas em introdução de roteiro para audiodescrição e maquiagem/efeitos especiais. A edição deste ano irá ocorrer entre os dias 14 e 18 de outubro, na CESMA (Cooperativa dos Estudantes de Santa Maria), na Rua Professor Braga, nº 55. Na programação, prevista no site oficial, além de exibições, apresentações de trabalhos, palestras e exibições dos filmes durante o período, o último dia do evento será a premiação dos vencedores das mostras competitivas. A exibição da mostra competitiva irá ser na Universidade Franciscana e na Universidade Federal de Santa Maria. Para se inscrever nas palestras e oficinas, é necessário se cadastrar no site oficial do festival.

Já a 13º edição do SMVC (Santa Maria Vídeo e Cinema) irá ocorrer no fim do mês, de 29 de outubro a 3 de novembro. As atividades do evento estão estruturadas em torno do tema dessa edição “Cinema para todas”, que promove um debate a respeito do protagonismo feminino no audiovisual. Parte da programação já foi divulgada.  A abertura do festival trará a exibição do longa-metragem “Legalidade” do diretor gaúcho Zeca Brito, no Centro de Convenções da UFSM, dia 29 de outubro, às 19h, com entrada franca. E, além disso, estão abertas as inscrições para a oficina com Hique Montanari, diretor do filme “Yoñlu”, que será dia 30 de outubro na CESMA a partir das 13h. A atividade propõe um estudo de caso com um exercício de escolhas estéticas e narrativas do longa-metragem. A inscrição pode ser feita pela página do festival ou tratar com Luciano pelo número (55) 99188.2442, com o valor de R$ 30 para estudantes e $50 para o público geral. O festival está aceitando contribuições na plataforma catarse.me para arrecadação de fundos.

 

Por Juliana Brittes

 


Conheça os vencedores do 2º Assimetria


Ontem encerrou a segunda edição do Assimetria – Festival Universitário de Cinema e Audiovisual. A sede do festival, que iniciou na segunda-feira,  foi em Florianópolis e teve sessões concomitantes em Santa Maria, já que a proposta é realizada conjuntamente entre a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Nos três dias, circularam mais de 200 pessoas pelas salas de exibição do Centro Integrado de Cultura (CIC) de Florianópolis e do Cineclube da Boca, no prédio 67 da UFSM. Foram exibidos 31 curtas distribuídos entre ficção, documentário e experimental.

Os vencedores desta edição foram:

Melhor filme de ficção: Y Ahora Elogiemos Las Peliculas (Nicolás Zuckerfeld, FUC)

Melhor filme experimental: YYY (Salomé Bazin, UNTREF)

Melhor documentário: Um Lugar ao Sul (Gianluca Cozza, UFPel)

Júri Popular: Sem Nome (Marthina Baldwin, UFSC)

Menção honrosa: Que som tem a distância? (Marcela Shild, UNISC)

O júri foi composto por  Ana Lígia Becker (MIS/SC), Cássio Tomaim (UFSM), Gustavo Spolidoro (PUCRS), Jorge La Ferla (UBA/FUC) e Patrícia Iuva (UFSC).

O Festival recebeu inscrições de 13 instituições de ensino superior da região Sul do Brasil e dos países vizinhos Argentina, Paraguai e Uruguai, área de abrangência da edição de 2019.

O Assimetria é um projeto de extensão do Centro de Artes e Letras (CAL) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em conjunto com a TV OVO e o Cineclube da Boca, e conta com a parceria de professores do Curso de Cinema do Departamento de Artes (ART) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em conjunto com o Cine ParedãoCineclube Rogério Sganzerla, Cinema Mundo, e neste ano, do CIC.

 


Assimetria divulgará selecionados neste final de semana


A segunda edição do Assimetria – Festival Universitário de Cinema e Audiovisual habilitou 53 produções inscritas para seguir para a fase de curadoria. Foram 19 documentários, 21 ficções e 13 experimentais, abrangendo filmes realizados em 13 instituições de ensino superior da região Sul do Brasil e dos países vizinhos Argentina, Paraguai e Uruguai. A divulgação das produções selecionadas será feita neste final de semana.

O Festival ocorre entre os dias 27 e 29 de maio na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em Florianópolis/SC, com exibições simultâneas na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em Santa Maria/RS. As instituições parceiras alternam o local da realização a cada ano.

Nesta edição, a premiação será na capital catarinense, mas o público presente nas sessões de Santa Maria poderá votar nos filmes para o prêmio de Júri Popular. Além desse, serão entregues troféus para o melhor filme e para melhor direção das três categorias: documentário, ficção e experimental. No mês de maio, a organização também deverá anunciar quem irá compor o júri do Festival. Acompanhe pela página no Facebook.

O Assimetria é um projeto de extensão do Centro de Artes e Letras (CAL) da Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), em conjunto com a TV OVO e o Cineclube da Boca, e conta com a parceria de professores do Curso de Cinema do Departamento de Artes (ART) da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em conjunto com o Cine ParedãoCineclube Rogério Sganzerla e Cinema Mundo.


SMVC abre inscrições para edição deste ano


O Festival Santa Maria Vídeo e Cinema está com inscrições abertas até o dia 31/08.  Com o lema “Atua e mudar as coisas”, o festival propõe pensar em como o cinema colabora para a transformação do mundo. A 12ª edição será realizada de 21 a 25 de novembro e estará organizada em duas mostras competitivas (nacional e regional), além de mostras paralelas.

Nas mostras competitivas são aceitas produções de curta-metragem de até 25 minutos nas categorias documentário, ficção e animação. Na competitiva nacional, são aceitas produções finalizadas a partir de janeiro de 2017. Já na mostra competitiva de Santa Maria e Região, poderão ser inscritas produções realizadas a partir de 2014. Não há delimitação de número de obras inscritas por realizador(a). O regulamento pode ser acessado no site do SMVC.


Festival Assimetria exibiu mais de trinta filmes em dois dias


A primeira edição do Assimetria – Festival Universitário de Cinema e Audiovisual realizado entre os dias 14 e 16 de maio na Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) foi sucesso de público e de produções. Foram exibidas 32 produções, de 56 inscritas, divididas nas categorias ficção, documentário e experimental. Além disso, circularam mais de 160 pessoas entre os dois pelas sessões que iniciavam às 14h30 e encerravam às 17h.

O festival premiou o melhor filme eleito pelo júri popular e os melhores filmes em cada uma das categorias, sendo o júri técnico composto pelos professores José Cláudio Castanheira (UFSC), Maria Cristina Tonetto (UFN), Gilvan Dockhorn (UFSM) e pelo professor aposentado Luiz Carlos Grassi.

Na categoria ficção, o vencedor foi o filme Sob o Signo de Escorpião (2017, 16’27”), dirigido por Nathan Luchina, produzido no curso de Cinema da UFSC. A narrativa traz características de suspense, já enunciados na sua sinopse: Virgínia levanta, faz um drinque, escreve. Um envelope sem remetente e de conteúdo misterioso perturba o seu dia.

Na categoria experimental, o vencedor foi Ansiedade (2017, 5’), dirigido por Bernardo Schmitt, também do curso de Cinema da UFSC. A sinopse descreve a obra como um documentário experimental que explora a ansiedade nas ramificações da sociedade moderna.

E nas categorias documentário e júri popular, o premiado foi Metamorfoses (2017, 15’), de Natália dos Santos Beck, produzido no curso de Produção Editorial da UFSM. Conforme a sinopse, o documentário trata a tatuagem como um mecanismo de expressão do indivíduo através do corpo, abordando os temas expressão visual, identidade e arte. Conduzida pela narração poética, a obra é composta por depoimentos de tatuados e tatuadores, performance artística, videoarte e trilha sonora autoral incitando um novo olhar sobre a tatuagem, a body art e a body modification.

Ainda, o curta A Bailarina (2017, 2’40”), inscrito na categoria experimental, de Lucas Argenta, produzido no curso de Desenho Industrial da UFSM usando a técnica de rotoscopia, recebeu menção honrosa. A Bailarina constrói-se na expectativa nostálgica de uma menina que ao rever objetos de seu passado, encontra uma caixinha de música que a envolve em um sonho de infância não realizado, o de se tornar uma bailarina.

Dos 32 filmes selecionados, 8 eram da categoria experimental, 6 documentários e 18 da categoria ficção. Cabe ressaltar ainda, dentro desse universo, os mais votados no júri popular. Dentre os cinco primeiros lugares, com exceção do primeiro, Metamorfoses, que é um documentário, os demais são todos da categoria ficção.

O segundo lugar mais votado foi i13.9 (2017, 1’), com direção de Matheus Fighera, acadêmico de Desenho Industrial da UFSM, que trata da reação do terceiro mundo à catástrofe nuclear. Já o terceiro lugar, Astronauta (2017, 11’), de Theo Tajes, do curso de Realização Audiovisual da Unisinos, conta a história de um menino e seu pai, que vivem em um enorme ferro velho. A mãe (e esposa) os abandonou há muitos anos. Um dia, o menino encontra um capacete de astronauta em meio aos destroços e decide se aventurar mundo afora atrás de sua mãe.

Empatados com o quarto lugar estão Drago e Karma. Drago (2018, 12’), dirigido por Alan Orlando, acadêmico de Produção Editorial da UFSM, trata do ser em colapso. Silva é só mais um transeunte em crise existencial. A sua relação com um edifício da cidade é o plano de fundo para sua briga interna. Já Karma (2016, 7’34”), produzido no curso de Jornalismo da UFN, com direção de Victor Mosttajo, traz o drama de um taxista aposentado, que sozinho em seu carro, se prepara para acabar com a própria vida. Pouco antes de dar o último suspiro, uma memória o faz relembrar da noite que o levou até aquele ponto. Aquela foi a noite de sua ruína, mas também o seu maior momento de altruísmo, seria isso o suficiente para o impedi-lo de desistir de tudo?

O festival integrou a programação do 6º Fórum Arte, Cinema e Audiovisual, que é realizado pelo Mestrado em Artes Visuais (PPGART), Centro de Artes e Letras (CAL) da UFSM, Laboratório de Pesquisa em Arte Contemporânea, Tecnologia e Mídias Digitais (LABART), Cineclube da Boca e da TV OVO, com parceria de professores do curso de Cinema da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

Além do festival, o fórum contou, na segunda, 14, com uma mesa sobre Festivais Universitários, com a presença de Célia Mello (UFSC) e Kitta Tonetto da (UFN), e uma mesa sobre Produção de Festivais e Mostras com a Irit Batsry (FUSO/Portugal) e Ana Lígia (MIS/SC), além de uma oficina de documentário de 14 a 16, chamada de Poética da Realidade, que foi ministrada pelo cineasta uruguaio Gabriel Szollosy.

Por Fernanda Marques e Neli Mombelli

Dois dias com 32 filmes exibidos e mais de 160 espectadores. Foto de Roger Bonfanti Haeffner