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Exposição e oficinas movimentam o Sobrado Centro Cultural


Nos meses de junho e julho, nossa sede foi espaço para dois projetos culturais que incluem exposições de imagens, com o Fábulas Contínuas, e de oficinas, com atividades propostas pelo projeto Mês do Rock.

A edição deste ano do Fábulas Contínuas,  do artista e fotógrafo Leo Caobelli, é uma exposição itinerante que percorre cidades do interior do Rio Grande do Sul. Já passou por Bagé, Santa Maria, e, agora em julho passa por Pelotas. Em Santa Maria, a exposição, chamada Algum pequeno oásis de fatalidade perdido num deserto de erros, teve como propósito trabalhar com imagens a partir da recuperação de arquivos em HD’s comprados em galpões de reciclagem de alumínio.

A partir da escolha destas fotos, a exposição é criada com o desenvolvimento de pequenos jogos, como o Solitaire, mais conhecido como Paciência, e o Palamedes. O Solitaire é a “sobreposição de imagens, que uma imagem vai passando para outra formando pares e trios com o objetivo de criar uma narrativa”, explica Caobelli. Já o Palamedes é como se fosse um jogo de dados interativos em que o jogador precisa acertar fotografias iguais a partir da combinação de um acervo de três mil imagens. Essas fotos são retiradas dos HD’s e catalogadas de acordo com o conteúdo como festas, estradas, bebês e aniversários. O jogo foi desenvolvido em conjunto com Fernando Krum,  professor dos cursos de Comunicação Social e Comunicação Digital da Unisinos, em São Leopoldo.

A mostra do projeto Fábulas Contínuas faz refletir sobre o o crescente acúmulo de lixo eletrônico. As pessoas não se dão conta quando computadores são jogados no lixo, também vão para a lixeira importantes documentos de preservação de nossa própria memória como fotografias, vídeos, documentos em texto e entre outros arquivos pessoais. O projeto conta com recusros do Fundo de Apoio à Cultura (Fac) do Estado.

Mês do Rock

O outro projeto para quem o Sobrado Centro Cultural abriu as portas é o Mês do Rock. Por três semanas no mês de julho, a sede da TV OVO recebe oficinas relacionadas ao gênero, como a de Rockcustomização, onde os integrantes tiveram a oportunidade customizar roupas. Também teve a oficina de atuação artística com o músico Pylla Kroth, em que ele explicou aspectos importantes da carreira de músicos, como por exemplo, as leis de direitos autorais.

Ainda teve oficina de Produção Gráfica, com Diego de Grandi; Produção musical, com Léo Mayer; Audiovisual, com Fabiano Foggiato. Nesta semana terá de Roadagem, com Mauro Di Giácomo; Assessoria de Imprensa, com Ana Bittencourt; Produção de palco/tour, com Sandor Mello; Cobertura de shows (repórter e fotógrafo), com Márcio Grings e Fabiano Dallmeyer. E também terá um workshop de bateria com o músico Cezar Nogueira, na Musiartes.

Além das oficinas, o projeto, organizado pelo produtor Márcio Grings, terá shows na Praça Saldanha Marinho e em bares de Santa Maria. Também há uma exposição de fotografias com imagens de músicos da cidade captadas por fotógrafos santa-marienses. As fotos estão expostas no Salão de Atos da SUCV (Rua Venâncio Aires, 2035)  até o dia 31 de julho. O horário de visitação é de segunda a sexta-feira, das 7h30min às 13h, e das 14h às 16h30min. O Mês do Rock teve captação de recursos via Lei de Incentivo à Cultura.

Por Pedro Piegas

Montagem da exposição Fábulas Contínuas no Sobrado Centro Cultural.

Montagem da exposição Fábulas Contínuas no Sobrado Centro Cultural. Na foto Leo Caobelli e Fernando Krum, organizadores da mostra.


Quando o endereço está errado


Em reportagem publicada pelo Diário de Santa Maria, no dia 04 de julho, a respeito de imóveis abandonados na cidade, consta o sobrado onde fica a sede da TV OVO. A menção do endereço da casa (Rua Floriano Peixoto esquina com Ernesto Becker) e a inclusão da fotografia, na versão online, não é apenas injusta, mas é jornalisticamente errada. O local simboliza o oposto do abandono! É o resgate de um espaço que hoje está vivo, ocupado e pleno de atividades culturais que comprovam o contrário do que a reportagem quer mostrar. Inclusive há um projeto de restauro em andamento que o transformará em um centro cultural.

Na matéria, a galeria de fotos se chama “o endereço do abandono” e coloca todos os imóveis no mesmo patamar. Todos os 46 espaços listados são olhados como “pontos vulneráveis à ocupação por moradores de rua, usuários de drogas ilícitas e potenciais esconderijos para criminosos…”. Não há qualquer menção de que a casa da TV OVO não está abandonada, que é bem cuidada, possui câmeras de vigilância e cerca elétrica, apenas consta como “local fechado”.

A situação fica inaceitável porque a reportagem esteve na sede e conversou com dois integrantes da TV OVO que limpavam o espaço interno do sobrado para abrigar uma exposição de artes de um projeto da capital, que abriria naquele dia. A falta de apuração da matéria, que leva o leitor a entender que o espaço está abandonado, coloca todo o trabalho desenvolvido pela TV OVO em xeque e tem causado transtornos.

Ainda, é contraditório comparar a cobertura que o Diário de Santa Maria fez, no ano passado, sobre os projetos de restauração do sobrado e construção de um centro cultural para a cidade, e pouco mais de um ano o inclui na lista dos imóveis abandonados e com potencial perigo para a sociedade.

O fato é que a casa não está abandonada. Se a reportagem tivesse realmente apurado a informação enviada pela Brigada Militar ou, ainda, se a reportagem procurasse informações no próprio Diário de Santa Maria, saberia que desde 2012 a TV OVO ocupa o espaço, com todas os cuidados de segurança previstos na lei e não oferece nenhum risco para a população, muito pelo contrário!

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Projeto Sobrado Centro Cultural


Gravação de curta-metragem ocupa o estúdio do Sobrado Centro Cultural


Um espaço grande, com paredes escuras e com a possibilidade de iluminar e criar outras realidades. Essa é a função básica de um estúdio de cinema. Para exercitar esse destino, o galpão do Sobrado Centro Cultural abriga uma parte das gravações do curta-metragem Karma, produção dos alunos da disciplina de Cinema II, do Curso de Jornalismo do Centro Universitário Franciscano.

De autoria de Luciano Vieira e com direção de Victor Mosttajo, Karma é um misto de drama e suspense, que narra a história de um taxista aposentado, prestes a acabar com a própria vida. Porém, antes do último suspiro, uma velha lembrança o faz retornar para a noite que o levou até aquele ponto. Aquela foi a noite de sua ruína, mas também o seu maior momento de altruísmo. Seria isso suficiente para impedi-lo de desistir de tudo? As gravações ocorrem nos dias 14, 20 e 22 de outubro, em algumas ruas de Santa Maria, entre elas a Vale Machado e no estúdio da TV OVO. No elenco estão Paulo Tavares e Thiago Brenner.

Vale ressaltar sempre que, colocando em prática o (re)aprendizado do curso de Artes Cênicas da UFSM, Paulo Tavares, associado e idealizador da TV OVO, compõe o elenco do audiovisual, o diretor de fotografia Alexsandro Pedrollo e a professora Neli Mombelli também fazem parte do quadro de associados da TV OVO.

Por enquanto, é no estúdio, no making of, que veremos a produção. Depois, a TV OVO faz questão de ser um dos locais de estreia do filme, já que o cinema só existe em contato com o público.

 

FICHA TÉCNICA

Roteiro: Luciano Vieira

Direção: Victor Mosttajo

Produção: Carolina Teixeira, Dara Hamann, Jewison Cabral, Marcos Kontze, Matheus Christo e Róger Haeffner

Elenco: Paulo Tavares, Guilherme Senna e Thiago Brenner.

 

 

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Videoclipe “O Rei dos Excluídos” é gravado no Sobrado


Na fria noite de 5 de junho, domingo, o Sobrado da Rua Floriano peixoto esquina com Ernesto Becker foi cenário da gravação do videoclipe da música O Rei dos Excluídos, de Diego Lopes. A  direção do clipe ficou a cargo de Fernando Codevilla e a TV OVO entrou como parceira neste projeto, tendo na direção de fotografia Alexsandro Pedrollo, na assistência Marcos Borba e na produção Neli Mombelli.

Diego Lopes, conhecido por ser o baixista da banda Acústicos e Valvulados, está lançando seu segundo disco solo, chamado Tabuleiro. Após receber grandes críticas ao seu primeiro álbum, Diego ficou com grandes dúvidas se conseguia mesmo fazer música. Para buscar as respostas decidiu fazer exatamente isso: música – e foi assim que surgiu o Tabuleiro.

O álbum não trata somente de responder às críticas recebidas, mas também aborda assuntos universais.  Na verdade, não há uma interpretação única. Tudo depende de quem ouve, de como o ouvinte encaixa a letra e a melodia na sua vida. O músico salienta que os dois discos retratam a época de sua vida em que foram gravados. O segundo disco traz um certo amadurecimento: Diego está casado, com filho, e isso se reflete em seu trabalho.

Ao falar sobre a música do videoclipe, O Rei dos Excluídos, o Diego diz que ela não é sobre alguém em específico, e sim sobre todos nós. Para ele, é sobre alguém que não se mexe para fazer nada e ainda assim se acha o cara. “Acho que todo mundo conhece alguém que acha que sabe tudo, pode tudo, mas só não faz nada porque nada vale a pena fazer”, comenta Diego. É a partir  disso que o diretor do videoclipe, Fernando Codevilla, explica o conceito do cenário – um local em ruínas. O espaço “traz essa noção de ausência de movimento. Um homem está sentado em meio a sua casa em ruínas e não faz nada para mudá-la”.

Diego Lopes diz que adora Santa Maria e a ideia de gravar na cidade veio do Fernando, que já era amigo de Diego. O Tabuleiro mesmo era um lugar em Júlio de Castilhos, cidade da família do músico. O álbum foi produzido de maneira independente e está sendo divulgado pelo meio digital, pois, segundo Diego, no corre-corre atual, não são muitas as pessoas que param para escutar um disco inteiro, faixa por faixa, mas que mesmo assim optou por gravar um disco. Ele  revela, rindo, que fez um álbum todo, pois tinha muito o que falar.

Sobre o cenário musical, Diego lembra que antes dos álbuns serem tão importantes, no final dos anos 60, os principais trabalhos dos artistas eram em singles. Só se fazia discos completos quando os singles rendiam. Até mesmo os Beatles lançaram várias músicas que não entraram para seus álbuns. Ele acredita que estamos voltando para esta fase de singles.  Enquanto isso, em breve o álbum Tabuleiro deverá estar em lojas físicas como Livraria Cultura, Saraiva e Multisom.

Por Nicoli Saft
Fotografia de Fernando Codevilla

rei dos excluidos


A construção do Sobrado Centro Cultural


“Quando Evandro Ribeiro mandou fazer esse casarão em 1916, exatos 100 anos, ele não sabia que estava ajudando a dar rosto, a dar fisionomia ao momento urbano da nossa cidade, ele não sabia que estava ajudando a imprimir a digital da nossa identidade e do nosso passado ferroviário. Em 1996, precisamente no dia 12 de maio, portanto há exatos 20 anos, quando Paulo Tavares reuniu um grupo de garotos lá na Vila Caramelo, ele provavelmente não sabia a extraordinária aventura que ele estava começando para retirar jovens da periferia do desalento e do desamparo e oferecendo caminhos e possibilidades para eles. Quando eu comprei essa casa aqui, eu só queria salvar um casarão da ruína. Eu não sabia que seria o ponto de conexão dessas duas histórias tão fabulosas.”

Foi com essas palavras que, em 12 de maio de 2016, o jornalista Marcelo Canellas fez da casa do poeta Evandro Ribeiro a casa oficial da TV OVO, nosso viveiro de sonhos, segundo Paulo Tavares.

Em solenidade, com a presença de  amigos, diversos produtores culturais e autoridades do município, Marcelo Canellas assinou o documento que transfere a posse do sobrado, localizado na esquina da rua Floriano Peixoto com a Ernesto Becker, para a TV OVO, que ocupava o casarão desde de 2011, quando foi acertada a parceria entre Canellas e a instituição.

Com a transferência do casarão, a TV OVO ganhou um espaço que agora pode chamar de seu, mas que também é de todo santa-mariense. Estavam presentes aproximadamente 80 pessoas para a apresentação do projeto de Restauro do Sobrado Centro Cultural,coordenado pelos arquitetos Clarissa Pereira e Daniel Pereyron que contaram com a ajuda de colaboradores que se somaram durante o período de elaboração.

O projeto apresentado prevê dois espaços. Um deles é a restauração do casarão que abrigará o museu da imagem e do som, cineclube, biblioteca do audiovisual, café cultural e espaço para exposições. O outro ambiente será um prédio, aos fundos, com salas de aulas, estúdios de TV, cinema e áudio e espaço para apresentações teatrais.

“O Sobrado Centro Cultural pode ser um espaço de reflexão e crítica ao jornalismo que é feito pelos meios tradicionais, e de novos caminhos para uma profissão que está mudando quanto à gestão de negócios, à plataformas e modos de fazer”, foram as palavras finais da fala de Marcelo Canellas.

Até o final de julho, as equipes do escritório de arquitetura Smarqs e Simultânea Engenharia trabalham nos projetos estrutural e complementares para, após esta etapa, a TV OVO iniciar a captação de recursos em leis de incentivo. Além do direcionamento de recursos por meio de mecanismos de fomento, pessoas físicas e jurídicas também pode fazer doações diretas para construção do Sobrado Centro Cultural de fato.

Por Helena Moura, Laura Boessio e William Boessio

Fotografia de Julia Machado

Assinatura da escritura de doação do imóvel.

Assinatura da escritura de doação do imóvel.


20 anos de TV OVO e um viveiro de sonhos


Na última quinta, 12/05, completamos 20 anos de atuação em Santa Maria. Neste dia, recebemos o maior presente que nós e a cidade poderíamos ganhar: uma casa para abrigar todos os nossos sonhos e projetos. O jornalista e santa-mariense Marcelo Canellas fez a doação do imóvel que fica na rua Floriano Peixoto esquina com a Ernesto Becker para que se torne nossa responsabilidade e para que abrigue os sonhos nossos, os dele e os da cidade.

É neste endereço, onde está uma casa em ruínas, que nascerá mais um espaço para as manifestações artísticas e educativas da cidade: o Sobrado Centro Cultural. Abaixo, está a foto da maquete do que deverá ser o futuro do edifício, arquitetado em parceria com a engenhosidade de Clarissa Pereira e Daniel Pereyron. O local será restaurado e deverá abrigar espaço para exposições, peças teatrais, recitais de música, cineclube, museu da imagem e do som, biblioteca do audiovisual, oficinas de produção audiovisual, escola de comunicação comunitária e estúdios de som, TV e cinema.

Na solenidade de doação, o idealizador da TV OVO, Paulo Tavares, fez um texto em nome de toda nossa equipe em gratidão ao imensurável gesto de Marcelo.

“Muitas coisas imaginadas, muitas vivências, experiências, planos e realizações. Enfim, muitas coisas a dizer! Mas o que dizer que já não tenha sido dito? O que dizer sem ser repetitivo e enfadonho? Creio que seria mais fácil mostrar. Até porque falar é difícil! Mas os desafios foram criados para serem enfrentados. No momento, não há como refutar. O jeito é respirar fundo e encarar. Sendo assim, vou me limitar a falar de sonhos!

Alguém já disse que “o que move o mundo não são as respostas e sim as perguntas.” Dou-me a liberdade de parafrasear: O que faz as coisas tornarem-se reais não são as ações, mas são os sonhos! Porque sem sonho, sem imaginário, sem desejo, nada se torna palpável e real. São os sonhos que dão cor, leveza, sentido e beleza à vida! São eles que nos fazem acordar e levantar todos os dias. Nos fazem ter força, energia e iniciativa de agir e criar e até mesmo de conquistá-los.

E foi assim que, há 20 anos, na Vila Caramelo, surgiu uma ideia. Nasceu um sonho: colocar nas mãos de adolescentes e jovens da periferia de Santa Maria uma câmera de vídeo. O que eles fariam com ela? Talvez um vídeo! Um programa comunitário de TV. Talvez tudo não passasse de uma ideia maluca, uma ilusão, um devaneio… Mas assim se plantou um sonho, como uma semente. E essa semente simples, única, foi regada pelo apoio e incentivo de pessoas e organizações das comunidades do entorno e de tantas outras pessoas e instituições. E o que era um sonho, aos poucos, se transformou em um viveiro. Um viveiro de sonhos.

Plantar e regar uma semente uma vez é fácil, mas não garante a colheita. Mais do que isso: cada semente necessita de cultivo, de cuidado, de zelo. Para cada intempérie é necessário um novo médodo, uma nova técnica, um novo aprendizado.

Às vezes a terra está árida, o sol é escaldante e a chuva não vem. Em outras, a chuva vem em demasia, vira tempestade, lava a terra e pode matar a semente. Mas a teimosia e persistência do plantador aliada ao desejo, ao sonho e à determinação da semente de superar obstáculos, eclodir, virar broto, romper a terra, crescer, faz com que ela se transforme em flor e em fruto.

E sendo flor, ou sendo fruto, a própria semente se reconhece, se preserva, se redescobre e se renova. E continuando o ciclo, o que foi semente solitária em um viveiro de sonho, cresce, se fortalece e se transforma em árvore frondosa.

Pessoas devem ser meio ávores e meio sementes. Têm que ter sonhos e ser sonhos. Cada um deve viver com raízes firmes plantadas em seu chão, mas também precisa ser semente. Estar livre para voar, para viajar pelo mundo, flutuar nos braços do conhecimento. Desfraldar, respirar, vivenciar e colher histórias. Selecionar novas experiência, misturar-se com novas sementes e cultivar outros sonhos. E quando o vento soprar, trazendo-a novamente ao seu chão, possa semear-se transformando e renovando os seus próprios sonhos.

A TV OVO é assim! E consequentemente cada um que faz parte de nossa equipe também o é! E deve continuar sendo. Não podemos ser diferentes. Temos que ser assim. Temos que ser árvores com raiz, caule, folha, flor, fruto. E ser semente que, impulsionada pelo vento, fecunda o quintal de Santa Maria.

E assim, quero encerrar, dizendo muito, mais muito obrigado, mesmo, Marcelo Canellas por ser o nosso vento.

E mais uma coisa: que se edifique o nosso viveiro de sonhos!”

Maquete Sobrado