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Workshop sobre o som no audiovisual?! Tivemos!


Nos dias 12 e 19 de agosto, realizamos o workshop “o som no audiovisual” no Sobrado Centro Cultural. Ministrado pelo músico e compositor Márcio Echeverria Gomes, a oficina tratou sobre os diferentes contextos em que o som se insere nas produções, mostrando que é preciso ter planejamento e muito zelo aos detalhes para alcançar um resultado sonoro de qualidade.

Na oficina foi possível aprender sobre detalhes teóricos, os equipamentos empregados na captação do som direto, os softwares utilizados para tratamento e mixagem, o poder da trilha sonora como fio condutor da narrativa, entre outras técnicas. O espectador muitas vezes não consegue perceber a complexidade e os pormenores que envolvem o desenho de som. Eventos como o workshop são uma grande oportunidade de ter contato e dialogar com profissionais que trabalham com audiovisual, além de adquirir novos conhecimentos para qualificação.

Márcio Echeverria incentiva a todos a “colocarem a mão na massa” como melhor método de aprendizado.  Pensando nisso, houveram exercícios práticos de foley, em que os participantes deveriam criar efeitos sonoros para um vídeo de animação. Coletivamente, foram gravados sons utilizando objetos que estavam nas redondezas e que os participantes avaliaram oportunos para a tarefa.  Na segunda etapa, depois da gravação, eles deveriam, com auxílio do software que desejassem, sincronizar os efeitos sonoros com o vídeo.

O workshop “O som no audiovisual” foi mais uma atividade do projeto Narrativas em Movimento 2017, que conta com o financiamento da Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria. Fique ligado em nosso site e redes sociais para as próximas oficinas!

Por Alan Orlando
Foto de Heitor Leal

som no audiovisual


TV OVO recebe oficina e exposição do projeto Fábulas Contínuas


A partir do dia 27 de junho o Sobrado Centro Cultural vai ser sede da Exposição Fábulas Contínuas. A mostra trabalha com documentos digitais retirados de HD’s encontrados no lixo e também de conhecidos do artista que o procuram para recuperação dos dados e é resultado de uma oficina.

O acervo é formado pelos mais variados arquivos digitais, como “fotografias e vídeos de férias, celebrações, nascimentos, ritos dos mais diversos, além de pornografia, músicas, textos, documentos, a vida digital do mundo contemporâneo”. A proposta é “dar algum sentido a esse mar de imagens antes perdidas”, explica o artista em seu blog.

A exposição será resultado de uma oficina ministrada por Caobelli em conjunto com Fernando Krum, chamada O arquivo como processo criativo, em que os participantes trabalharão com um determinado volume de arquivos fornecidos pelos oficineiros e criarão a a narrativa da exposição, que permanecerá aberta para visitação por um mês.

A oficina será em junho, na sede da TV OVO, nos dias 24 e 25, das 10h às 18h, e  a montagem da exposição será nos dias 26 e 27, das 14h às 18h. A visita é gratuita, sempre às tardes, das 14h às 17h, de segunda à sexta-feira, entre 27 de junho e 27 de julho (Floriano Peixoto, 267).  No dia 27 de junho, terça-feira, haverá coquetel de abertura, às 19h.  Os interessados na oficina podem realizar as inscrições de forma gratuita pelo e-mail vicente.carcuchinski@gmail.com, pelo telefone: (51) 3024-1183 ou pela página do projeto no Facebook.

Sobre os oficineiros

Leo Caobelli é artista visual com ênfase em produção documental nas áreas da fotografia, vídeo e instalação. Já trabalhou como repórter fotográfico no jornal Folha de S. Paulo entre os anos de 2006 e 2009. Ele fundou e fez parte do coletivo Garapa entre 2008 e 2015, espaço de criação dedicado a pesquisa da linguagem audiovisual documental. Atualmente é mestrando em artes visuais pelo Instituto de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e coordena as atividades da CalmaLab, espaço híbrido de ateliê e produtora visual. Já Fernando Krum é professor dos cursos de Comunicação Social e Comunicação Digital da Unisinos, em São Leopoldo.

 

Por Pedro Piegas

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