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Povos Indígenas integram o movimento de economia solidária


Índios do Mato Grosso, Bahia e interior do Rio Grande do Sul representam os povos indígenas na 17 ª Feicoop. Ervas naturais, usadas com sabedoria ancestral, e coloridos artesanatos são alguns dos elementos culturais das etnias presentes. Guaranis, Kaingangs e Pataxós integram a comunidade indígena.

Kolinã Terena, do Mato Grosso do Sul, comenta sobre a importância da Feira e do movimento de economia solidária. Um dos precursores da Associação dos Povos Indígenas, em Santa Maria, Kolinã diz que se sentiu muito acolhido na Feira.

O outro depoimento é do índio Merong Tapurunã, da etnia Pataxó Hãhãhãe. Vindo da aldeia Caramuru, na cidade de Pau Brasil, Bahia, ele comenta sobre o período que está no Rio Grande do Sul.

Em um momento de comunhão, os índios de diferentes tribos mostram o canto religioso da tribo Pataxó Hoteho Me a Konehõ Tanara, que em português significa Nós somos filhos da natureza.

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Texto: Priscila Costa

Fotos: Júlia Schnorr


Em busca de uma identidade


Os catadores e apoiadores da causa debateram, nesta tarde de sábado, a importância do reconhecimento da classe e da visibilidade da mesma. A identidade e a emergência de políticas públicas também foram um dos temas debatidos durante a conversa que contou com a presença de diversos países, como Argentina e Uruguai.

A mediadora da conversa foi a integrante da Associação dos Selecionadores de Material Reciclável, ASMAR, Margarete Vidal da Silva, que trabalha há muitos anos com a questão da reciclagem e da consciência ecológica que resulta do processo. Margareth, assim como os demais integrantes, entende que a prioridade do momento é criar uma identificação de classe para que se torne possível o reconhecimento do trabalho e a exigência de políticas pública que viabilize o trabalho dos catadores.

Claro que preconceitos ainda circundam a categoria, ultrapassando fronteiras. Na Argentina, assim como Uruguai, os catadores também passam por situações constrangedoras. Os problemas são parecidos, mas precisam ser fomentados. A busca agora é pela criação de redes e de associações para fortalecer o trabalho

A troca de experiências entre os países conseguiu iniciar esse fomento. Basta agora transformar toda a discussão em trabalho e criação de consciências.

Texto e Foto : Francieli Jordão


Coral encanta com músicas brasileiras


Com cerca de vinte pessoas e regidos pela professora Neida Reis, o coral ”Vidas Em Canto” cantou músicas brasileiras na manhã deste sábado, dia 10. Com acompanhamento do tecladista Michel Wagner e do baterista Rodrigo Rosa, os jovens finalizaram sua apresentação com o pedido de ”bis” do público. A música escolhida foi ”Te amo pra sempre”, do grupo carioca Kid Abelha.

Chamou atenção a potência vocal de Vanessa Flores Padinha, 14 anos, ao cantar a música ”Olhos Coloridos”, da cantora Sandra de Sá. Vanessa participa do coral há 5 anos.