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Casa de ferreiro – espeto de ferro


Aqueles que passam pela TV OVO compreendem o que significa a expressão “aprender na prática”. São tantos projetos diferentes e tantas pessoas – com suas mais variadas experiências – que se cruzam durante a rotina da TV que o compartilhamento de saberes sobre o audiovisual acontece aos poucos e ao natural. O que não significa dizer, porém, que as atividades que fizeram surgir a TV não sigam em frente.

Pois foi assim que, no primeiro sábado de outubro, o velho galpão da TV OVO reuniu alunos da Escola Municipal de Ensino Fundamental Francisca Weinmann, que fazem parte do projeto “Cinema na Escola”, e os demais voluntários da TV para as atividades da primeira oficina de câmera do semestre. O oficineiro chamado para a tarefa foi Rafael Rigon, associado da TV OVO. Nas poucas horas de uma tarde, Rafael repassou algumas características básicas de câmeras e certas noções de fotografia, tais como funções de obturador, diafragma, ISO, balanço de branco e enquadramentos. Ao final, o grande grupo foi dividido em duplas que deveriam, em dez takes, retratar o “antigo” e o “novo”, utilizando para isso tudo aquilo que fora discutido até então.

A segunda edição da oficina foi no sábado do dia 21/11. Marcos Borba, também associado da TV, falou a respeito de câmeras DSLR. O exercício foi criar uma história em 15 takes com auxílio de papel, caneta e encenações, intercalando o operador da câmera. A ideia foi incentivar a criatividade junto ao procedimento técnico de ajustes de câmera.

Em dezembro deve rolar a terceira oficina, desta vez com o associado Alexsandro Pedrollo. O rodízio de oficineiros,como dissemos, é porque são essas experiências cruzadas que dão o toque da nossa forma de trabalhar.

Texto: William Boessio

Fotos: Paulo Tavares

Oficina de Câmera - Heitor