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Poeira selecionado em festival de cinema independente na Argentina


Entre os dias 8 e 11 de setembro, a cidade argentina de Bahía Blanca, localizada na província de Buenos Aires, receberá a quinta edição do Festival Latinoamericano de Cine Independiente (FECILBBA). A edição desse ano do FECILBBA selecionou o Poeira (2015) para a sua programação, curta produzido pela TV OVO com roteiro e direção de Paulo Tavares. O festival existe desde 2012 e busca dar espaço a novos talentos audiovisuais.

Por Matheus Oliveira

fecilbba

 


Diz Aí Uruguaiana e Passo de Los Libres


Depois de quatro dias intensos de formação audiovisual na fronteira de Santana do Livramento(BR) e Rivera(UR), é a vez de Uruguaiana (BR) e Passo de Los Libres(AR). As atividades iniciaram na manhã deste domingo (02) e seguem até quarta-feira (05) no Sest/Senat de Uruguaiana.
São cerca de 60 jovens dos dois países que passarão por oficinas de criação, linguagem, prouruguaiana01dução e gravação, edição e postagem em blog, a cargo da equipe da TV OVO, formada por Alexsandro Pedrollo, Ananda Delevati, Kéven Silva, Marcos Borba, Neli Mombelli, Pauta Tavares e Tadeu Costa. Além disso, todos os dias há uma horário reservado para reflexões sobre cidadania, educação, juventude e transformação social, com João Werlang do Camp (Centro de Assessoria Multiprofissional) de Porto Alegre.
A iniciativa é coordenada pelo Canal Futura e tem financiamento do CAF – Banco de Desenvolvimento da América Latina. o projeto também conta com o apoio da Câmera Clara, de Florianópolis/ SC, que realizará cinco episódios sobre temáticas fronteiriças para serem exibidos no Canal Futura.
Mais informações e relatos sobre as atividades podem ser acompanhadas no blog do Diz Aí. Na página do Facebook da TV OVO há uma galeria de fotos das atividades em Riveramento.

 

 


Feira conta com participações internacionais


A 6° Feira de Economia Solidária do Mercosul e a 17° FEICOOP atraem comerciantes de todas as partes do Brasil e do exterior. Os países como Argentina, Uruguai e Chile trouxeram diversos representantes e com suas experiências as trocas de conhecimento e cultura se expandem nos estandes da Feira.

Trabalho com lã, artigos comerciais de empreendedores e artesanatos atraí quem passa pelas bancas e pode apreciar os produtos. A diversificação de línguas se mistura com culturas diferentes, mas a simpatia dos produtores facilita a comunicação.

A Uruguaia de San José, Sonia Dávila vem pela primeira vez à feira e tem boas expectativas de venda. Segundo ela, essa é uma experiência nova e que dependerá dos resultados positivos para retornar a Santa Maria. “Não vendi muito ainda, mas acho que vai melhorar” diz Sonia.

Já o empreendedor de Buenos Aires, Daniel Vera, 38 anos, esta pela segunda vez em Santa Maria. Suas experiências se estendem pelos países vizinhos, já que,segundo ele, participa de feiras no Brasil e Uruguai, além da Argentina.

Outro argentino que marca presença na feira é Ramon Fernandez, que traz a sua produção de bolsas para comercializar. Pela terceira vez vem a cidade e já compartilhou em outras feiras de Porto Alegre. Suas expectativas de vendas são boas, mas o clima não esta cooperando. “Queremos vender bem, mas o tempo não esta ajudando”, conta Fernandez. Ele ainda revela que sua vinda não é certa ano que vem, pois tem que dar oportunidade a outros comerciantes. “Queria vir, mas é bom que outros venham, já que, tem um intercâmbio cultural e comercial, uma boa experiência”.

O Fundo de Capital Social (FONCAP) presta assistência financeira a produtores de pequenas empresas Argentinas. Aqui no evento está representado por um dos diretores da FONCAP, Gabriel Barquero. “Fizemos plano de segmentos de negócios, administração e informatizamos os microempresários”, fala. Segundo Barquero existe uma luta para a regulamentação dos empreendimentos. “Lá está tudo uma bagunça”. Ele está na cidade para auxiliar e dar suporte aos empreendedores.

A integrante do grupo Novo Horizonte, Elaine Parcianello é uma das organizadoras dos estandes que foram disponibilizados aos estrangeiros. Ela conta que cerca de 70 locações estão sendo usadas para alojar os países vizinhos. Para ela, ajudar na organização é bom pelo intercâmbio cultural. “Eles buscam conhecimento através da nossa feira. Eles são muito legais, e de tudo isso o que fica é a amizade”, conta Elaine, que já participou de outras feiras no Uruguai e Argentina.

“Eles fazem mais por nós, do que nós por eles. Pessoas muito acolhedoras”,complementa Elaine.

Texto: Maurício Araújo

Fotos: Rômulo D´Ávila