#tbt Por Onde Passa a Memória da Cidade fevereiro 3, 2021


Seu Vilmar Da Cruz Penna foi personagem social do documentário Palma – o 8º distrito.

E aí? Você já ouviu falar nesse tal de #tbt? É uma sigla adotada na internet para relembrar momentos do passado. A hashtag é muito utilizada na quinta-feira, já que seu termo em inglês significa throwback thursday, ou seja, quinta-feira do regresso. Então, resolvemos nos apropriar dessa ideia e a edição 2020 do nosso projeto cultural Por Onde Passa a Memória da Cidade ganhou uma nova cara. Ao invés de passearmos pelas ruas, bairros e distritos de Santa Maria em função da pandemia, abrimos o nosso acervo digital de memórias audiovisuais e fizemos um #tbt.  Temos uma série prontinha para apresentar para vocês que é pura memória, repleta de cultura popular, falas sociais, cenários aconchegantes e personagens únicos.

Em função das restrições de distanciamento e isolamento social impostas pelo novo Coronavírus, o mais adequado e seguro para todos foi evitar circular por aí e fazer novas gravações. Nos debruçamos sobre o material bruto dos documentários já lançados, porque sabíamos que muita coisa ficou de fora da versão final dos filmes. As histórias que compõem os episódios são inéditas, mesmo que os espaços e os personagens sociais já sejam conhecidos por quem acompanha as nossas produções. O material arquivado possui grande riqueza de informações e aspectos que merecem ser publicizados e valorizados. Por isso, no dia 5 de fevereiro, uma quinta-feira, dia típico de tbt, vamos disponibilizar online nossa nova série audiovisual, o #TBT Por Onde Passa a Memória da Cidade. São 6 episódios de curta duração que trazem as seguintes personagens: Irmã Lourdes Dill – ep. Mulher de luta; Humberto Gabbi Zanatta – ep. Sábado subversivo; Vilmar da Cruz Penna, Vera Regina Codem, Angelo Tonetto e Terezinha Tonetto –  ep. Aparições; Danilo Toniolo – ep. Diário, Honório Antonio Visentini ep. Aggiusta ossi; e Rodrigo Kuaray – ep. Kyringue’i.

O Por Onde Passa a Memória da Cidade iniciou em 2008, ou seja, lá se vão 13 anos de narrativa documental, da qual temos muito orgulho. Mas, neste momento, a ideia é tentar tornar esse projeto, que tem um conteúdo mais denso e focado na linguagem de documentários, mais popular e voltado para as redes sociais. Afinal, a oralidade, as histórias passadas de geração para geração, é um movimento intenso de transmissão de conhecimento e memória, e que pode ser potencializado pela internet como ferramenta para manutenção da cultura popular, das tradições e de questões de modo geral que integram e enriquecem nossa presença no mundo, mas que vêm sendo apagadas do nosso passado.

Os depoimentos abordam assuntos curiosos como por exemplo: aparições, relacionadas a espiritualidade, e crenças populares, tratam também de questões políticas-sociais e de medicina tradicional. Registrar esses diversos saberes e disponibilizá-los para o acesso de qualquer pessoa que possa conectar-se digitalmente e usufruir da produção de uma forma positiva é super gratificante. Contudo, os assuntos dos episódios não são só esses, viram? Para acompanhar as 6 produções, fique ligado nas nossas redes sociais (Facebook, YouTube e Instagram). O mês de fevereiro vai ser cheio de #tbt do POP, apelido carinhoso do projeto. Esperamos vocês por lá interagindo com a gente.

O Projeto Por Onde Passa a Memória da Cidade 2020 foi financiado pela Lei de Incentivo à Cultura de Santa Maria, LIC/SM.

Por
Francine Nunes
Tayná Lopes
Lívia Maria

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Postado por: TV OVO

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