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Oficina de Interpretação para cinema e vídeo | Oficineira Deborah Finocchiaro


Ministrante: Deborah Finocchiaro

Limite: 15 vagas

02 a 05 de agosto, das 14h às 18h | 06 e 07 de agosto, das 8h30 às 12h30

Local: Casa de Culura de Santa Maria, Praça Saldanha Marinho s/n

Orientação: os alunos deverão usar roupas confortáveis, sapatos baixos, sem acessórios.

OBJETIVO GERAL:

Esta oficina está focada na busca da peculiaridade criativa, emocional e corporal com aplicação ao cinema e ao vídeo.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

–          Ampliar as possibilidades de expressão;

–          Sensibilização e conscientização corporal e vocal;

–          Percepção espacial, relação corpo / espaço;

–          Foco – a importância do olhar;

–          O prazer do movimento criativo;

–          A precisão do movimento;

–          Reconhecimento e integração com os colegas;

–          Reconhecimento e exploração do espaço cênico;

–          O jogo e a comunicação;

–          Interação ator-espectador;

–          Observação, apreciação e breve análise das improvisações realizadas pelos outros grupos;

Conteúdo programático:

Introdução

A oficina inicia com uma breve explanação dos principais objetivos do trabalho que será desenvolvido:

–          Presentificação – durante a oficina o aluno deverá procurar estar o mais presente possível, desvinculando-se do cotidiano, estar atento ao seu corpo, suas sensações, observando seus pensamentos e emoções;

–          Entrega – Tornar-se disponível para o jogo, para a experimentação, livrando-se de conceitos e pré-conceitos, deixando de lado o medo de ser ridículo e o medo de errar. Durante a oficina, poderemos criar um espaço de permissão – aqui poderemos nos permitir a brincar e experimentar o exercício da liberdade corporal, vocal e criativa.

–          Conscientizar-se sobre a importância do trabalho corporal – tanto para o teatro quanto para a vida –  Citando Thérèse Bertherat e a introdução de seu primeiro livro, “O corpo tem suas razões”, falar sobre a importância de conhecer seu próprio corpo: a única casa que você habita durante toda sua vida;

–          Interpretar: O que é ?;

–          A linguagem do cinema e da TV;

–           A construção do personagem. Improvisação. Exercícios;

–          Criar e interpretar – Expressão e introspecção;

–           Exercícios com câmera. Interpretação e Técnica;

–           Gravação de cenas com texto marcado e improviso e;

–          Visionamento e análise do material gravado e encerrado.

Trabalho corporal

Serão utilizadas algumas técnicas de tai chi chuan, dança, tensegridade, acrobacia  e ginástica psicofísica. Todos os movimentos serão trabalhados junto com a respiração e a percepção do peso de cada membro.

Postura

Relaxamento

Alongamento

Sensibilização

Dinâmicas do movimento

Coordenação motora

Dobradiças, giros, torções e balanço

Pré-expressividade da Antropologia Teatral de Eugênio Barba: Impulso, desequilíbrio, oposição, pequenas seqüências de movimentos

Trabalho Vocal

Respiração

Ressonadores

Dicção

Projeção

Jogos e exercícios teatrais

Individual:

–          O menor e o maior espaço possível

–          A partir de um estímulo verbal, transformar-se em ser vivo ou objeto

–          Explorar os diversos tipos de caminhadas

Duplas e trios:

–          Jogo do espelho

–          Escultor e esculpido

–          Diálogo corporal

–          Perseguidor e perseguido

Grupo:

–          Apresentação – como gosto de ser chamado

–          Apresentação com ritmo – palmas e foco

–          Centopéia

–          João bobo

–          Passar a energia com palmas

–          Transformando o objeto

Palco e platéia:

–          De onde vem?

–          Criar o ambiente/situação a partir do estímulo verbal: a igreja, a escola, o velório, etc…

–          Engrenagem

Improvisação

Divididos em grupos, os alunos improvisarão a partir de estímulos diversos (sons e imagens) e dos recursos trabalhados.

Conclusão / considerações finais

Sentados em círculo, um a um os alunos terão a oportunidade de compartilhar verbalmente a experiência, expondo também suas dúvidas e expectativas.

Para finalizar, realizaremos um exercício de respiração e sintonia em grupo.

BIBLIOGRAFIA:

–          OIDA, Yoshi – Um Ator Errante – São Paulo/SP, Editora Beca, 1992

–          OIDA, Yoshi – O Ator Invisível – São Paulo/SP, Editora Beca, 2001

–          GROTOWSKI, Jerzy – Em Busca de um Teatro Pobre – Rio de Janeiro/RJ, Editora Civilização Brasileira, 1987

–          BARBA, Eugenio – Além das Ilhas Flutuantes – Campinas/SP, Editora Universidade Estadual de Campinas – UNICAMP, 1991

–          BROOK, Peter – A Porta Aberta – Rio de Janeiro/RJ, Editora Civilização Brasileira, 2000

–          STANISLAYSKY, Constantin – A Preparação do Ator – Rio de Janeiro/RJ, Editora Civilização Brasileira, 1984

–          CASTANEDA, Carlos – Passes Mágicos – Rio de Janeiro/RJ, Editora Nova Era, 1998

–          BERTHERAT, Thérèse – A Toca do Tigre – São Paulo/SP, Editora Martins Fontes, 1990

–          BERTHERAT, Thérèse – O corpo tem suas razões – São Paulo/SP, Ed. Martins Fontes

–          WEIL, Pierre e TOMPAKOW, Roland – O Corpo Fala – Petrópolis/RJ, Editora Vozes, 198

Currículo:

Deborah Finocchiaro, da Companhia de Solos & Bem Acompanhados, estreou no teatro em 1985. Atriz, diretora, locutora, apresentadora, roteirista, autora, produtora e  ministrante , bacharel em Interpretação Teatral na Faculdade de Artes Cênicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Entre outros, é atriz e diretora de Pois é Vizinha, Sobre Anjos & Grilos – O Universo de Mario Quintana e Histórias de Um Canto do Mundo – Memórias de Porto Alegre e do Rio Grande do Sul (que consiste de um espetáculo solo – Prêmio Funarte de Teatro Myriam Muniz 2007 – Patrocínio Petrobrás – um show musical e um registro da obra em CD (financiamento Fumproarte) e livro editado pela Tomo Editorial). Seu mais recente trabalho é o espetáculo / esquete Crack – Queimando A Vida, no qual assina a autoria e direção.

Também integrou o elenco de Os Crimes da Rua do Arvoredo, direção de Camilo de Lélis (1999), Hamleto, direção de Luciano Alabarse (1994), Kaspar Hauser, direção de Oscar Simch (1986), Risco, Arisco e Corisco direção de Roberto Oliveira (1988) e A Arca de Noé, direção de Zé Adão Barbosa (1991). No cinema A Matadeira, direção de Jorge Furtado (1994) e Nossa Sra do Caravaggio, direção de Fábio Barreto (2004). Na televisão, as minisséries da Rede Globo Incidente em Antares (1994), Comédia da Vida Privada (1997) e  A Casa das Sete Mulheres (2003) e os programas especiais da RBS TV Contos de Inverno, Na Trilha dos Farrapos (2001) e Histórias Curtas (2001 e 2007). É também integrante do Grupo dos Cinco, no qual assina a direção do premiado espetáculo O Urso de Anton Tchekhov.

Atualmente é colunista de teatro na Rádio BandNews FM Porto Alegre – 99,3.

Premiações

2007 Prêmio Melhor Espetáculo, Melhor Atriz e Melhor Texto Adaptado no 2º FENAT  – Festival Nacional de Teatro de Campos dos Goytacazes / RJ  por Sobre Anjos & Grilos

2007 – Prêmio de Melhor Atriz e Júri Popular Melhor Espetáculo no 35° FENATAFestival Nacional de Teatro de Ponta Grossa / PR por Sobre Anjos & Grilos

2007Prêmio de Melhor Atriz no VII Festival de Teatro de Resende / RJ por Sobre Anjos & Grilos

2007 Prêmio Melhor Espetáculo e Melhor Atriz no XVI Festival Nacional de Teatro de Florianópolis Isnard Azevedo por Sobre Anjos & Grilos

2007 Prêmio Quero-Quero SATED/RS 2006 de Melhor Atriz por Sobre Anjos & Grilos

2004 – Prêmio Açorianos 2003 de Melhor Direção e Melhor Espetáculo por O Urso

2003 – Prêmio Melhor Atriz, no 1O Festival Guaçuano de vídeo em Mogi Guaçu / SP pelo Curta Metragem Pois é,Vizinha …

2003 – Prêmio Melhor Atriz na 3ª Mostra APTC de Cinema pelo Curta Metragem Pois é, Vizinha..

2002 – Troféu Negrinho do Pastoreio – Categoria Teatro (Associação Gaúcha de Municípios)

2001 – Prêmio “Garota Esmeralda Verão 2001” (opinião pública) por Pois é, Vizinha

1999 – Prêmio Melhor Espetáculo no VII Festival Nacional de Teatro de Florianópolis Isnard Azevedo por Pois é, Vizinha…

1998 – Prêmio Melhor Atriz no I Fest. Nac. de Teatro de Novo Hamburgo por Pois é, Vizinha

1998 – Prêmio Melhor Espetáculo e Melhor atriz no VII Festival do Vale do Sinos por Pois é, Vizinha

1995 – Prêmio Bob Pop Show (opinião pública) Melhor na Categoria Teatro em 94

1995 – Prêmio Local Hero (opinião pública) como Melhor Atriz 94/95 por Pois é, Vizinha

1994 – Prêmio Açorianos de Melhor Atriz por Hamleto

1994 – Eleita Melhor Atriz pelos ouvintes da Rádio 107.1-FM

1991 – Prêmio Tibicuera de Melhor Atriz por A Arca de Noé

1988 – Prêmio Tibicuera de Melhor Atriz por Risco, Arisco e Corisco

Contatos

51 9136 4437 / 51 3217 7640

contato@deborahfinocchiaro.com

www.deborahfinocchiaro.com

Oficina de Direção de Arte – Oficineira Luísa Meirelles


Currículo: Luísa Meirelles é diretora de arte e coordenadora de finalização, entre outras funções.  Iniciou seu trabalho em produção audiovisual em 2006, em Santa Maria, a partir da conclusão do curso de Extensão em Cinema Digital na UFSM, onde ainda cursa Filosofia. Atualmente é sócia da Lumaluma Motion, em Porto Alegre, especializada em motiongraphics e finalização de cena. Entre trabalhos autorais realizou diversas produções de curta-metragens, documentários e longa-metragem. Como freelancer, tem mais de 200 trabalhos já realizados, entre peças publicitárias, clipes, vídeos institucional e vídeo conteúdo, veículação nacional e estrangeira, para clientes como Nestlé, Banrisul, Honda, Big, RBS, e outras empresas no estado.

A função e o contexto de trabalho

. a direção de arte no cinema, propaganda, tv e web

. o trabalho da direção de arte

. a relação da direção de arte com a direção, direção de fotografia e a direção de produção

Os elementos e as ferramentas da direção de arte

Estruturação estética e conceitual de um trabalho

As funcões

. produção de arte

. produção de objetos

. figurino

. cenografia

. produção de locação

Desenvolvendo um projeto

. leitura e análise do roteiro do ponto de vista da direção de arte

. storyboard

. decupagem de produção

Pré-produção: metodologia de trabalho

. decupagem de arte

. plano e cronograma de produção

. pesquisa

. orçamento

Produção (e desprodução)

. cronograma geral e ordem do dia

. produção do projeto

. executando a direção de arte

. fechamento de um trabalho

. viabilização de produção



Oficina de Gestão e Produção de Projetos Audiovisuais – Oficineiro Marcos Borba


Associado fundador da Oficina de Vídeo – TV OVO, atualmente coordenador de produção da entidade. Foi operador de câmera em diversos curta-metragens em Santa Maria. É editor da TV Câmara e TV Unifra. Roterista, editor e Diretor dos documentários Avenida Progresso e 1ª Quadra – Menção Honrosa no 8º SMVC. Diretor e editor do Curta-metragem Lembranças. Acadêmico de Comunicação Social – Habilitação Jornalismo. É ministrante da Oficina de realização Audiovisual da TV OVO.

Conteúdo programático:

Conceituações

. Audiovisual

. Produção

. Origens do Audiovisual

. Cadeia Produtiva e o digital

. Suportes

. Gêneros Audiovisuais

. Formatos e Segmentos

Estrutura

. Fases e etapas de produção

. Equipe de produção

. Departamentos e equipes técnicas

. Produção no Brasil

Organização

. A idéia

. Projeto básico

. Ferramentas de produção

Realização

. Realização Audiovisual

. Formas de viabilização

. Legislação

Exercícios e atividades

. Ferramentas de produção

. Projetos

. Consultorias


Inscrições DVD – Produções Audiovisuais dos Pontos do Sul‏


O Pontão de Cultura Focu – Fomento Cultural convida os Pontos de Cultura da região sul para participar do DVD – Produções Audiovisuais Pontos do Sul. Os interessados devem enviar suas obras audiovisuais para a Oficina de Vídeo TV OVO até o dia 26 de julho (data de postagem), no endereço:

Oficina de Vídeo – TV OVO

Praça Saldanha Marinho, Casa de Cultura, s/n, sala 26

CEP: 97 010 – 540

Santa Maria – RS

Os vídeos recebidos passarão por uma curadoria, a qual será divulgada > posteriormente.
O DVD produzido pelo pontão FOCU, terá 600 copias para serem distribuídas entre os pontos de cultura e entidades parceiras

Outras informações: focu@tvovo.org


Pólo Santa Maria – Oficinas complementares


Chegou a hora de Santa Maria e dos pontos de cultura da região fazer a inscrição para a segunda etapa do projeto FOCU – Pontão Fomento Cultural. As oficinas que integram esta fase são: Animação, Interpretação, Produção e gestão de projetos audiovisuais e Som (captação e finalização) (confira as propostas abaixo). Os temas que serão abordados pelo FOCU foram definidos pelos alunos que participaram da primeira etapa, realizada entre os dias 25 a 30 de abril.

As oficinas de formação da segunda etapa no pólo Santa Maria ocorrerão de 2 a 7 de agosto, na Casa de Cultura, Praça Saldanha Marinho, em turnos diferentes.

As vagas são limitadas e estão abertas aos pontos de cultura e demais interessados.

Dúvidas ou outras informações entre em contato pelo e-mail focu@tvovo.org

Aguardamos sua inscrição!

Conheça as propostas das oficinas:

Oficina de Animação – Através da história da animação podemos fazer uma viagem há mais de 100 anos atrás e conhecer como os primeiros animadores trabalhavam, além de conhecer seus próprios filmes. Explorando a história do cinema em paralelo, chegamos à introdução do som aos filmes, quando os famosos “frames por segundo” passaram a fazer diferença não só para o cinema tradicional, mas também para a animação. A oficina “quadro a quadro” visa estimular jovens a desvendar o mundo do cinema de animação. Através do breve histórico que remonta os primórdios do cinema até exemplos mais atuais, tem-se uma noção básica da dimensão dessa arte que tem um alcance fantástico entre todas as idades. Técnicas até então pouco conhecidas de diversas partes do mundo são exibidas, além dos clássicos que já encantaram diversas gerações. Com a posterior prática da animação e seus processos, abre-se um leque de opções e conhecimento para os jovens que se interessem em um dia se profissionalizar e, para os demais, a experiência do conhecimento que agrega valor cultural. Oficineiro: Fábio Belotte. Conheça currículo do oficineiro e conteúdo programático

Oficina de Interpretação para cinema e vídeoEsta oficina está focada na busca da peculiaridade criativa, emocional e corporal com aplicação ao cinema e ao vídeo. Para tanto, tenciona ampliar as possibilidades de expressão através de jogos e exercícios que envolvem aspectos da interpretação. Conheça o conteúdo programático e o currículo da oficineira: Deborah Finocchiaro.

Oficina de Gestão e produção de Projetos Audiovisuais – A oficina proposta para o projeto FOCU é baseada em um programa de conteúdos com a finalidade de aproximar o público da produção audiovisual e formar potenciais produtores audiovisuais com interesse em ingressar no mercado de trabalho ou produzir produtos audiovisuais de forma independente e qualificada, utilizando-se tanto das oportunidades de mercado como da estrutura e dos mecanismos oferecidos pelos pontos de cultura. Oficineiro: Álvaro Carvalho Neto. Conheça o currículo do oficineiro e conteúdo programático.

Oficina de Som (captação e finalização) – A oficina irá trabalhar as formas de captação de áudio, trabalhar aspectos do desenho de som, edição e finalização.  Misturando aspectos teóricos e  práticos, combinados com debates sobre alguns filmes. Oficineiro: Cristiano Scherer. Conheça o currículo do oficineiro e o conteúdo programático.

Abaixo formulário para inscrição. Se tiver dificuldades para visualizar o formulário, acesse o link direto.

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Colectivo Arbol: a televisão como ferramenta


Encontramos Lourdes Nunez junto à delegação da Cordinadoria de Economia Solidaria de Uruguay, entretanto, ela não era artesã ou pequena empreendedora. Lourdes pertence ao Colectivo Arbol, que surgiu em 2003 na capital uruguaia. Focado na capacitação de jovens da capital e do interior do país em audiovisual, a uruguaia nos conta que o que coletivo que ela faz parte também busca fomentar o debate da utilização do audiovisual como uma ferramenta de transformação social. Confira abaixo o vídeo e visite o site do Colectivo Arbol clicando aqui.

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Texto: Júlia Schnorr